Sobre corrupção, Adriana Ancelmo diz: “Estávamos em êxtase”

Ao conversar com Adriana Ancelmo um advogado carioca perguntou por que razão ela e o marido, Sérgio Cabral, se envolveram em tantos e variados esquemas de corrupção.

Ela respondeu com “honestidade” ímpar: “Estávamos em êxtase”.

Adriana também detalhou a bajulação dos amigos: “Nos nossos aniversários, era tanta gente, tantos presentes, que distribuíamos entre os empregados do nosso prédio sem nem abrir os pacotes”.

As informações são do Radar Online, da Veja.

Anúncios

Um comentário sobre “Sobre corrupção, Adriana Ancelmo diz: “Estávamos em êxtase”

  1. REVISTA DESMASCARA JANOT E EXPÕE TRATAMENTO DESIGUAL DE POLÍTICOS DO PT E PMDB.

    EM artigo intitulado ” Por que Janot pede prisão de alguns políticos e de outros não?”, a Revista istoÉ expõe isonomia nas ações do Procurador- Geral da República, Rodrigo Janot. Um “vazamento” de informações revelou ao País que o PGR pediu a prisão de Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney e Eduardo Cunha, e causou revolta generalizada por não haver notícia de qualquer denúncia envolvendo Lula e Mercadante, contra quem há provas contundentes dos mesmos crimes. O artigo da istoÉ explicita a revolta.

    Após a publicação do artigo, Janot requereu ao STF para que um inquérito que envolve o ex-presidente Lula seja enviado à primeira instância.

    Leia o artigo abaixo :

    ” Uma escultura em granito adorna a entrada por onde atravessam todos os dias os ministros do Supremo Tribunal Federal, A estátua caracteriza Têmis, uma das deusas da Justiça na mitologia grega. como símbolo da imparcialidade, exibe os olhos vendados para significar decisões tomadas às cegas, ou seja, sem fazer distinção entre as partes nem privilegiar um lado em detrimento do outro a partir de ideologias, paixões ou interesses pessoais. Na última semana, não fosse matéria inanimada, a venda teria escorregado como manteiga no rosto de Têmis. O responsável por submeter a retina da Justiça a situações constrangedoras, das quais ela deveria estar sempre e a qualquer tempo blindada, é o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot. Ao pedir a prisão por obstrução de Justiça de Renan Calheiros, Romero Jucá, Jose Sarney e Eduardo Cunha, todos do PMDB, e poupar pelo mesmo crime Dilma Rousseff, Lula, José Eduardo Cardozo e Aloizio Mercadante, do PT. Janot, chefe do Ministério Público,um órgão auxiliar da Justiça, mandou às favas o princípio da isonomia o qual deveria perseguir cegamente. Na régua elástica do procurador-geral, os rigores da lei válidos para os peemedebistas contrastam com a condescendência dispensadas no tratamento a políticos do PT.”

    informações istoÉ continue lendo….

Deixe uma resposta