Servidora que atacou MBL nas redes terá que se retratar por determinação da Justiça

A servidora pública municipal, Aline Petersen, terá que publicar uma retratação nas redes sociais por determinação da Justiça. Em fevereiro ela fez uma postagem em que afirmava que o secretário da Casa Civil de Florianópolis recebia 97 mil reais, por acumular 5 secretarias. A informação consta na coluna de hoje do Rafael Martini, no Diário Catarinense.

Ocorre que a informação publicada por ela e replicada em portais de extrema-esquerda da região era falsa e, após conflito judicial, a servidora terá que se retratar da postagem. O objetivo era enfraquecer a prefeitura, que conseguiu aprovar em janeiro um pacote de medidas de austeridade que reduziam os privilégios dos servidores públicos da cidade, a fim de equilibrar as contas e respeitar a lei de responsabilidade fiscal. O post feito por ela já foi apagado Facebook.

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Aline é bem atuante nas redes sociais e, durante a greve do funcionalismo público, neste ano, atacou constantemente a página do MBL municipal com ofensas e todo tipo de discursos de ódio que é comum aos sindicatos de extrema-esquerda, do qual a servidora é simpatizante. Apesar de todo discurso vitimizante, a servidora, que é enfermeira e trabalha em uma Unidade de Pronto Atendimento, recebe R$ 8.618,27, conforme o portal de transparência da prefeitura de Florianópolis.

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