Haddad ressurge das trevas para defender golpe de antecipação da eleição direta

Fernando Haddad, o ex-prefeito petista de São Paulo, defendeu nesta sexta-feira um mandato de cinco anos para o presidente que venha a ser escolhido nas eleições diretas que poderiam acontecer neste ano.

O PT tem levantado a bandeira de antecipação das eleições, o que passou a ser defendido também por Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente do PSDB.

A expectativa de quem defende essa causa é de que a Procuradoria-Geral da República apresente nos próximos dias, à Câmara Federal, um pedido de investigação contra Michel Temer, atual presidente. Caso o pedido seja aprovado pelos deputados, Temer será afastado do cargo e Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, assumiria o cargo.

Pela lei, em seguida haveriam eleições indiretas pelo Congresso e o eleito ficaria até 2018 no cargo.

Como todo bom esquerdista, Haddad defende a ilegalidade das eleições diretas:

“Ouvir o povo não pode ser considerado golpe, sob qualquer argumento. Golpe contra quem? Nesse momento a pergunta é essa” disse Haddad durante 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), que está acontecendo em Belo Horizonte.

“Eu, pessoalmente, entendo que a proposta do PDT é equilibrada, que é antecipar as eleições. O que significaria um mandato de cinco anos”, acrescentou.

 

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Um comentário sobre “Haddad ressurge das trevas para defender golpe de antecipação da eleição direta

  1. eleição direta não é ilegal se a PEC for aprovada, o congresso tem poder pra fazer esse tipo de alteração que vai dar muito mais legitimidade pro próximo governo

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