Juiz Vallisney acaba com truque de Lula e limita número de testemunhas no caso dos caças suecos

O juiz Vallisney de Oliveira marcou para o dia 22 deste mês o início das audiências de instrução e julgamento do processo que investiga Lula e seu filho Luís Cláudio por tráfico de influência na aprovação da MP 627 (a MP da Caoa) e na compra dos caças Gripe NG pela Força Aérea.

Lula e Luleco tentaram usaram a mesma estratégia de Curitiba e indicaram 80 testemunhas de defesa. Vallisney, porém, vetou a tentativa de protelação. Apoiado no artigo 401 do CPP, ele permitiu a ambos o número máximo de oito testemunhas para cada acusação.

Dessa forma, Lula e Luleco só poderão indicar no máximo 32 testemunhas, sendo 16 para cada um.

A informação é do site O Antagonista.

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3 comentários sobre “Juiz Vallisney acaba com truque de Lula e limita número de testemunhas no caso dos caças suecos

  1. Muito embora não reste mais qualquer duvida, especialmente nos meios jurídicos, que a intenção da apresentação de um rol bastante numeroso de testemunhas, como no caso de Lula e o filho, vise apenas e exclusivamente o efeito protelatório e ou procrastinatório nos processos em que ambos figuram como réus no processo, em questão; acontece, porém, que tal especie de manobra bastante manjada, fora prontamente barrada pelo juiz titular da causa, frustando, via de consequência, este expediente deveras adotado por réus comprometidos com a justiça, e que, apesar disso, nada impede de se suspeitar que sequer imaginem o comprometimento que, na maioria das vezes, essa abusivo número de testemunhas mal articuladas podem provocar para os acusados, trazendo, “contrario sensus”, efeito adverso, e fazendo com que, segundo sabença popular: “o tiro acaba saindo pela culatra”

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