Gestão de extrema-esquerda em Porto Alegre criou imensa desigualdade de salários entre setores público e privado

Em Porto Alegre, embora os sindicatos irresponsáveis estejam reivindicando que a prefeitura conceda aumentos abusivos para o setor público, mesmo que a cidade esteja no vermelho, há um imenso problema de desigualdade salarial que beneficia justamente estes servidores.

Para se ter uma ideia, a media salarial do setor público na capital gaúcha subiu vertiginosamente na gestão passada, do ex-prefeito Fortunati e do candidato derrotado na eleição passada, Sebastião Melo. O salário médio chegou a bater números próximos a R$ 6 mil. Já no setor privado, a média salarial fica pouco acima de R$ 3 mil.

Abaixo, um gráfico que ilustra esta discrepância.

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Contudo, no caso de Porto Alegre, é injusto culpar apenas a gestão anterior. Ela não foi a única a onerar de tal forma os pagadores de impostos. É bom ressaltar que a capital gaúcha foi comandada por uma aliança macabra entre PT, PDT e PMDB nas últimas duas décadas, com todos eles se revesando no poder. Nas eleições passadas, Sebastião Melo chegou ao segundo turno contra o atual prefeito Marchezan, mas foi derrotado nas urnas. Ele era, até dezembro, o vice-prefeito da gestão Fortunati e pretendia se manter no cargo para manter a mesma turma no comando da cidade.

Agora, Marchezan tenta lutar contra forças que são realmente poderosas no local. O aparelhamento da máquina pública foi profundo, todos os sindicatos estão contra ele porque eram pelegos da gestão anterior. Com as propostas de austeridade fiscal, que na realidade beneficiam os pagadores de impostos, o prefeito terá que enfrentar a fúria daqueles que pretendem passar a vida toda às custas de alguém.

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Um comentário sobre “Gestão de extrema-esquerda em Porto Alegre criou imensa desigualdade de salários entre setores público e privado

  1. Algumas ideias do MBL são interessantes, entretanto essa perseguição aos funcionários públicos é absurda! ALGUNS cargos públicos ganham fortunas é fato…mas a ESMAGADORA maioria do funcionalismo é formada por professores, técnicos de enfermagem….vocês sabem o salários destes profissionais?
    Há também que se lembrar que funcionário público não recebe FGTS…o que faz sim uma grande diferença depois de 35, 40 anos de trabalho.
    Então por favor, mais responsabilidade nos seus comentários.
    E uma última observação ‘revezando’ é a forma correta de escrever…

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