Em dia de trabalho, vereadora do PSOL participa de quebra-quebra em Brasília

Em dia de sessão plenária normal na Câmara Municipal de São Paulo, a vereadora feminista Sâmia Bonfim, do PSOL, matou o trabalho para participar do quebra-quebra promovido em Brasília na terça-feira (23), com o auxílio de black blocs.

Em um dos dias mais selvagens do vandalismo de extrema-esquerda, quando inclusive um baderneiro perdeu a mão após uma bomba caseira explodir antes que fosse arremessada, a vereadora eleita com apenas 12 mil votos, a menor votação do parlamento paulistano, abandonou suas funções em prol da “revolução” de um dia.

Sâmia, que ganhou notoriedade após defender a pichação em São Paulo, também mostra ser a favor da cracolândia, ao criticar a ação da prefeitura de João Doria (PSDB) ao desmantelar o tráfico na região. Em Brasília, a parlamentar de 26 anos aparece com a cara suja de um elemento branco, revelando ter participado da batalha na linha de frente. Veja vídeo:

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4 comentários sobre “Em dia de trabalho, vereadora do PSOL participa de quebra-quebra em Brasília

  1. Comuno vagabunda. Se esses delinquentes assumirem o governo o Brasil fica pior que a Venezuela. É um pessoal louco, são portadores das propostas mais atrasadas do mundo. Se fora do poder tentam impor suas vontades na violência, imaginem se eles forem governo quem se opuser a eles é preso ou fuzilado. Eles disseminam noticias falsas, usam idiotas úteis até menores para enfrentarem a polícia, não se preocupam se esses idiotas perderem uma mão, a vista, ou até a vida. Depredam, idealizam atacar a tropa de choque até com baterias de rojões, quando a polícia justamente reage, se fazem de vítimas. E a mídia os apresentam como coitadinhos, feridos devido a repressão policial. Está mais do que claro que essa liderança comunista pretendem Bolivarianizar nosso país, é só ver a faixa em apoio a Maduro que foi apresentada no meio da batalha campal. A massa de manobra em sua grande maioria nem sabem o que estão fazendo, apenas dando vazão ao seu instinto de selvageria estimulado pela retórica carregada de emoção do Boulos e comuno liderança. Esse Boulos era para estar preso há muito tempo.

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