Em Brasília, Holiday dá depoimento emocionante sobre o Escola Sem Partido

Em debate acerca do Escola Sem Partido em comissão especial no Congresso Nacional, o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM/MBL) prestou um depoimento emocionante em defesa do projeto de lei.

Comentando sobre sua infância e adolescência colegial, o jovem vereador, de apenas 20 anos, escancarou a doutrinação ideológica de alguns professores em sala de aula, inclusive confessando ter sido vítima desses abusadores.

Relembrou quando ainda cursava o ensino médio, e contou que sofreu perseguição de professores por causa de divergências de pensamento. A maioria dos docentes, afirmou, tentava doutriná-lo. “Eles falavam que, se eu não abandonasse a minha fé e os meus laços familiares, eu estaria fadado à burrice”.

Segundo ele, o Escola sem Partido garante aos alunos a liberdade de pensamentos políticos e religiosos, “direitos que já estão na Constituição”. Muitos dos elementos emocionantes do relato estão ligados a infância difícil e pobre em que Fernando Holiday viveu, ainda que superados através do estudo e da dedicação.

Recentemente, Holiday foi atacado por partidos de extrema-esquerda e sindicatos ao visitar escolas da rede pública municipal, ao deixar seu gabinete para fiscalizar a educação em São Paulo. O bombardeio partiu de PSOL, PT e boa parte de grande imprensa, inclusive com nota “cavada” da ONU sobre o assunto.

Ainda assim, Holiday topou ir a capital federal e dar seu depoimento como jovem e parlamentar. Veja aqui:

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2 comentários sobre “Em Brasília, Holiday dá depoimento emocionante sobre o Escola Sem Partido

  1. MBL, a nossa válvula de escape dá esquerda radical e facista, são atualmente a vanguarda jovem do Brasil, os únicos que pediram os radicais dá esquerda. Holliday e K. Kataguire são os heróis…

  2. Leitores e leitoras desta matéria saibam do seguinte: a Constituição Brasileira já prevê liberdade de pensamento político e religioso tanto aos alunos quanto aos professores, e está matéria só mencionava a parte que cabe aos alunos, tendencioso isso??? O exemplo relatado pelo deputado de 20 anos sobre a postura do professor é um mal que devemos combater e isso já estar previsto em lei e chama-se abuso de autoridade e assédio moral. Portanto, a proposta da escola sem partido é Inconstitucional. Qualquer jurista sabe disso, pois ataca a liberdade do professor em sala de aula. Creio que os senhores devem estudar mais esses temas!!!

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