Moro amplia para 13 anos quebra de sigilo telefônico de Palocci

O Sérgio Moro estendeu para 13 anos o período de quebra de sigilo telefônico de Antonio Palocci, alvo da Lava Jato. Dessa forma, deve ser analisada a época em que o petista foi ministro dos governos Lula e Dilma. Com informações do Estadão.

Palocci foi ministro da Fazenda entre 1.º de janeiro de 2003 e 27 de março de 2006 (primeiro governo Lula) e da Casa Civil entre 1.º de janeiro de 2011 e 7 de junho de 2011 (primeiro governo Dilma).

Moro disse que tem certas dúvidas quanto à disponibilidade de informações a partir de 2005, mas mesmo assim decidiu estender o tempo de pesquisa da Lava Jato.

“Considerando a necessidade de identificar os contatos telefônicos do investigado no período dos fatos, acolho o pedido do Ministério Público Federal e decreto a quebra do sigilo telefônico de Antonio Palocci Filho, no período compreendido entre 1.º de janeiro de 2005 a 5 de abril de 2017”, ordenou Moro.

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