Depois de apelar ao terror, CUT decidiu representar contra vereador de Londrina por chamá-los de “vagabundos”. É mole?

O vereador Filipe Barros, da cidade de Londrina, no Paraná, ficou sabendo um dia antes do fatídico 28 de abril que os sindicatos ligados a CUT não deixariam que alunos entrassem em escolas que não aderissem a “greve geral”, também chamado por nós de CarnaLula. Os sindicalistas teriam chegado a ameaçar pais e alunos no dia anterior em algumas dessas escolas.

O vereador Filipe foi o único a se posicionar sobre isso, e disse que no dia da greve passaria pela manhã verificando e denunciando tal fato. Naquele dia, a cidade inteira ficou sem ônibus. Trabalhadores de verdade tiveram que andar a pé se quisessem chegar ao local de trabalho. Uma farmácia, próxima ao local do ato, foi completamente vandalizada.

Dentre todos os vereadores da cidade, somente Filipe foi voz ativa a denunciar os casos absurdos e os abusos da CUT. No meio disso tudo, acabou chamando os baderneiros da CUT de “vagabundos”. Com isso, os cutistas se sentiram “muito ofendidos” e resolveram passar para outro nível: perseguir o vereador por ter sido o único a dizer a verdade.

Filipe Barros é também membro do MBL, mais um motivo para sustentar a perseguição a ele. Os sindicalistas pretendem agora representar contra o vereador para que ele perca o mandato, e certamente não vão parar por aí. Grande parte da imprensa local se mostrou “chocada” com a atitude de Filipe, mas parece não ter ficado muito assustada com o terrorismo praticado pelos cutistas naquele dia.

Além de todo o transtorno gerado para os londrinenses, é bom lembrar que esta ação organizada pelos petistas gerou prejuízos elevados para pequenos e médio empresários da cidade. O vereador só fez cumprir o seu dever.

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2 comentários sobre “Depois de apelar ao terror, CUT decidiu representar contra vereador de Londrina por chamá-los de “vagabundos”. É mole?

  1. Eu só queria entender uma coisa. Cadê o Ministério Público para processar os responsáveis pela manifestação por danos ao patrimônio?

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