Caso Léo Pinheiro: A casa de Lula caiu de um jeito que nem 10 empreiteiras vão conseguir reerguer.

por Rafa Silva

A casa de Luís Inácio Lula da Silva caiu. Caiu feio, rude, triste. Campeão de inquéritos, príncipe das delações, o ex-presidente agora viu o antigo amigo Léo Pinheiro efetuar uma delação humilhante, onde revela-se o lado bandido e covarde do suposto “maior líder político da história do Brasil”.

Em depoimento ao juiz Sergio Moro na tarde desta quinta-feira, José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora OAS, revelou que foi orientado pessoalmente pelo ex-presidente Lula a destruir provas que pudessem incriminá-lo na Operação Lava-Jato.

Segundo Léo Pinheiro, a destruição de evidências foi discutida com Lula em um encontro sigiloso em maio de 2014, quando a Operação Lava-Jato ainda começava a vasculhar o propinoduto do petrolão. O empreiteiro também deu detalhes de dois casos emblemáticos que envolvem o ex-presidente Lula. As obras no sítio de Atibaia e os negócios envolvendo o tríplex do Guarujá, que Lula nega ser dele.

Conforme a matéria da Veja citada acima, fica clara a tentativa de impedir o andamento das investigações da Lava-Jato e salvar o ex-presidente de uma condenação iminente. A situação de Lula não é confortável e espera-se que cenário fique ainda pior nos próximos meses.

Encontro com Moro

Os petistas prometem trazer pelo menos 15 mil pessoas no dia 3 de maio para recepcionar Luiz Inácio Lula da Silva, na Justiça Federal. Os movimentos contra o mentor do Petrolão e de desvios de recursos dos cofres públicos acreditam que pelo menos igual de manifestantes farão frente aos esquerdistas. Lula vem para depor para o juiz Sérgio Moro sobre a propriedade do sítio de Atibaia.

O MST tentou fazer uma ‘missão precursora’ de recepção a Lula, ocupando uma rua em Curitiba. Os sem-terra acabaram batendo em retirada depois que um movimento anti-corrupção, o Mais Brasil Eu Acredito, protocolou na Presidência da República um pedido de intervenção da Força Nacional em Curitiba.

Para evitar confrontos, a Polícia Militar do Paraná está preparando a maior operação da história, que começará no Aeroporto Afonso Pena e terminará na desativada prisão do Ahú. Os quartéis serão fechados e os PMs estarão nas ruas.

Contigentes do interior virão para a capital reforçar a segurança e garantir a paz e a ordem no entorno da Avenida Garibaldi. Os partidários de Lula possivelmente ficarão à esquerda do tribunal e os de Moro, a direita, divididos por soldados.

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