Após desarmar sua população, ditadura venezuelana começou a assassiná-la

por Roger Scar

Em todas as grandes ditaduras, uma coisa há em comum: desarmamento civil. Nenhum tirano quer que o povo esteja fortemente armado. Imagine o quão difícil seria para um homem implementar um regime totalitário dentro de uma sociedade em que todas as pessoas ou, ao menos, uma maior parte deles tivesse não apenas o poder de ter armas mas também a capacidade para usá-las, como na Suíça… Daria muito trabalho, talvez nem fosse possível.

É por esta razão que a Venezuela seguiu a cartilha e trabalhou nisso. O regime de Chávez fez o que todos os tiranos fizeram: desarmou a população e, depois, tirou aos poucos as demais liberdades. Como dizia Friedrich Hayek, “A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame.”

Agora fica muito mais fácil para o ditador Maduro manter seu poder, basta que ele use o exército bolivariano contra a população. Quem se rebela, morre. Nos últimos meses nem se sabe ao certo quantas pessoas foram assassinadas pela ditadura socialista venezuelana, mas sabe-se que foram muitas. Opositores políticos têm sido perseguidos, caçados e até mesmo assassinados em emboscadas.

Era esse o propósito do PT no Brasil. Embora o desarmamento tenha sido posto em prática ainda nos tempos do governo FHC, foi com Lula que a lei realmente se tornou agressiva à população. Hoje, ter um simples revolver no Brasil é algo que beira o impossível, e portá-lo é, de fato, totalmente impossível para um civil. Naturalmente, a bandidagem não se importa muito com isso, é assim que traficantes têm fuzis enquanto policiais trabalham com pistolas da Taurus e cidadãos se limitam a aprender golpes de Jiu Jitsu.

Uma frase muito popular diz que controle de armas não tem nada a ver com armas, tem a ver com controle. Outra frase miuto conhecida, atribuída a Benjamin Franklin, diz: “Quando todas as armas forem de propriedade do governo, este decidirá de que são as outras propriedades.”

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