Financiadores de Marina Silva se unem a secretário pró-doutrinação. Entenda como querem te manipular.

por Rafa Silva

Na última semana algumas movimentações estranhas começaram a acontecer após o conflito entre o vereador Fernando Holiday e o secretário de educação de São Paulo, Alexandre Schneider, tomar as redes sociais. A motivação do embate fora a visita que Holiday fez – amigável, diga-se de passagem – a uma escola municipal cujos alunos foram vítimas de doutrinação. O secretário ouviu a versão dos sindicatos, atacou o vereador e terminou execrado nas redes sociais.

Em reação a tal postura, um grupo de socialites de esquerda, ongueiros pró-marina e herdeiros de grupos empresariais resolveram entrar em campo com um manifesto confuso combatendo o projeto “Escola sem Partido” e condenando a atitude do jovem vereador. Argumentavam, curiosamente, que o projeto defendido por Holiday é uma tentativa de “controle ideológico” do discurso político dos professores. Nada mais mentiroso.

O projeto “Escola sem partido” tem como objetivo defender o direito de um vulnerável – o aluno – diante de uma escalada de doutrinação política que transformou as salas de aula brasileiras em verdadeiros palanques políticos. Sua ênfase é simples e direta: exige que seja instalada uma placa nas salas de aula contendo os direitos do aluno e deveres do professor. Nada além disso. Para nós, do Jornalivre, soa espantoso que tais socialites considerem isso “tão absurdo”.

Signatários bancaram Marina Silva

Dentre os signatários do manifesto pró doutrinação encontravam-se figurinhas carimbadas da esquerda caviar brasileira. Destarte, a socialite Neca Setúbal (dona do Itaú), famosa por bancar palestras e mais palestras de Marina Silva e seu partido sustentável de boutique, a “Rede”. Neca, obviamente, não poderia estar desacompanhada de Guilherme Leal, dono da Natura, candidato a vice-presidente da sonhática esquerdista e testa de ferro da RAPS – espécie de cursinho preparatório de  herdeiros entediados e políticos da esquerda chic.

A lista – que poderia ser anunciada por Amaury Jr – conta também com a patricinha Marina Helou, candidata derrotada da Rede a vereadora de São Paulo,  Carlos Jereissati, do Shopping preferido da turminha, e o ongueiro Denis Mizne, testa de ferro da fundação de Jorge Paulo Lehmann e defensor ferrenho da ideia de que as famílias brasileiras não possam se defender de marginais armados.

Acuados, correram pra ONU

A entourage de Schneider, entre um vernissage aqui e acolá, tem lá seus contatos. Logo após a publicação de seu manifesto – ecoado pela colunista social Mônica Bergamo – sacaram do bolso uma “nota” da Organização das Nações Unidas – ONU para tentar amedrontar o jovem vereador. A nota condena o Escola Sem Partido, chamando o projeto de “interferência” na liberdade de professores e educadores.

Curiosamente, pouco antes do lançamento da nota, um orgulhoso grupo de ONGs esquerdistas esteve na sede da ONU, em Genebra, “denunciando” a fiscalização de Holiday e implorando por algum tipo de notinha por parte da entidade. A foto abaixo ilustra a visita dos rapazotes:

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Ongs pró-PT visitam a ONU e pedem ajuda para Schneider

Dentre as ONGs presentes incluem-se o Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos (IDDH) e Campanha Nacional pelo Direito à Educação , esta última bancada por George Soros – dono da Open Society Foundation, maior financiador global de atividades esquerdistas e anti-democráticas. A parceria está escandarada em seu site oficial.

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Open Society é a ONG de George Soros

Playboys mimados

A postura mimada da elite engajada não advém apenas de sua visão de mundo infantilizada e autoritária. Mimados, achavam que sua postura birrenta obrigaria o prefeito João Doria Jr. a tomar uma postura belicosa contra Fernando Holiday, endossando os absurdos proferidos por Alexandre Schneider. O prefeito, porém, adotou postura contemporizadora, buscando dar fim a uma briga que afetava negativamente seu mandato. Holiday e o Movimento Brasil Livre optaram por não polemizar mais com o confuso secretário, que permaneceu provocando o vereador com disparos de whatsapp para sua base de amigos da Zona Sul de São Paulo.

Até esta terça-feira (18/04), a situação de Schneider permanece indefinida na Secretaria de Educação de São Paulo.

Confira abaixo o Manifesto em Apoio a Alexandre Schneider:

#ApoioAlexandreSchneider
Na semana passada, o Secretário de Educação do município de São Paulo Alexandre Schneider, gestor competente e respeitado pela comunidade educacional, foi atacado por simpatizantes de movimentos que defendem o controle de manifestações ideológicas, políticas e morais nas escolas. O ataque veio após o secretário Schneider defender a promoção da tolerância e os princípios constitucionais da liberdade de ensinar, de aprender e do pluralismo de ideias.

O vereador Fernando Holiday defende o projeto de lei “Escola sem Partido”, que busca restringir as opiniões de professores em sala de aula. Importante destacar que muito recentemente, em março de 2017, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão imediata de lei similar do estado do Alagoas. A lei foi considerada inconstitucional segundo o artigo 206, inciso II, da Constituição Federal, que dispõe a “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”. Em sua decisão, o ministro afirmou que a lei traz “previsões de inspiração evidentemente cerceadora da liberdade de ensinar assegurada aos professores, que evidenciam o propósito de constranger e de perseguir aqueles que eventualmente sustentem visões que se afastam do padrão dominante”, e promove uma “desconfiança com relação ao professor”.

A tentativa de controle ideológico dos professores é um movimento que infelizmente cresce no Brasil, no Congresso Nacional, junto ao Ministério da Educação, nos legislativos estaduais e municipais.

Por essa razão, reafirmamos nossa convicção de que a educação deve considerar o pluralismo político, de ideais e de concepções pedagógicas para a construção da cidadania, tal como prevê a Constituição Brasileira.

É nosso dever promover a carreira docente e desenvolver uma Base Nacional Comum Curricular pertinente aos tempos atuais, que, conforme diretriz do Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024), promova “a superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação”.

#ApoioAlexandreSchneider

Alan Dubner

Alejandra Meraz

Alessandra Gotti

Alessandra Monteiro

Alexandre Youssef

Alice Andrés Ribeiro

Ana Cecília Lessa

Ana Diniz

Ana Inoue

Ana Lúcia Villela

Ana Maria Wilheim

André Barrence

André Lazaro

André Palhano

André Portela

André Stabile

Anna Helena Altenfelder

Antonio Augusto Batista

Beatriz Cortese

Beatriz Goulart

Beto Vasconcelos

Binho Marques

Caio Callegari

Caio Farah Rodriguez

Camila Pereira

Carlos Jereissati

Carolina Fernandes

Cecília Motta

Claudia Costin

Cleuza Repulho

Daniel Cara

David Saad

Denis Mizne

Denise Curi

Diogo Busse

Drica Guzzi

Edson Tamoio

Eduardo Queiroz

Eduardo Mufarej

Eduardo Rombauer van den Bosh

Élida Graziane Pinto

Elisângela Fernandes

Fabio Barbosa

Fabio Toreta

Felipe Soutelo

Fernando Abrucio

Fernando Almeida

Francisco Soares

Gabriel Barreto Correa

Germano Guimarães

Glauco Humai

Guilherme Leal

Gustavo Arns de Oliveira

Heloisa Morel

Humberto Laudares

Ines Mindlin Lafer

Ismar Barbosa Cruz

Jair Ribeiro

José Frederico

Leandro Machado da Rosa

Lia Carolina Ortiz de Barros Glaz

Lucia Couto

Lucia Fávero

Luciano Monteiro

Manuel da Cruz

Márcio Neubauer

Marcos Nisti

Marcos Silveira

Maria Amabile Mansutti

Maria Lúcia Meirelles Reis

Marina Helou

Mario Ghio

Marta Melo

Marussia Whately

Mauricio Rodrigues Borges

Melina Risso

Miguel Thompson

Monica Dias Pinto

Mozart Ramos

Natacha Costa

Natalia Marcassa de Souza

Natalie Unterstell

Neca Setúbal

Olavo Nogueira Batista Filho

Paula Louzano

Pedro Henrique Cristo

Pedro Villares

Pilar Lacerda

Police Neto

Priscila Cruz

Regina Egger Pazzanese

Renan Ferreirinha

Ricardo Henriques

Ricardo Young Silva

Rodrigo Bandeira de Luna

Rodrigo Cheuiche Vieira da Cunha

Rogério do Nascimento Godinho

Ronaldo Lemos

Sergio Quadros

Sofia Lerche

Sonia Penin

Tereza Perez

Thiago Rocha de Paula

Ursula Peres

Vanessa Yumi Souto

Vera Lucia da Costa Antunes

Vera Masagão

 

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5 comentários sobre “Financiadores de Marina Silva se unem a secretário pró-doutrinação. Entenda como querem te manipular.

  1. Vai ai que o povo é com você Nossa admirava o Dória, mas tem um secretário desse… Hum que feio.. Esse ai Vai doutrinar os filhos dele não os nossos… sai pra la comunismo…

  2. Sou professora e dou integral apoio ao Escola Sem Partido.
    Não aguento mais socialistas de IPhone com suas frases feitas. Eternos seguidores de CHARBONNEAU – 90% estudou no Santa Cruz (os que não estudaram têm ou tiveram filhos estudando lá).
    Na lista de assinaturas publicada acima, fica difícil entender o porquê da supressão dos nomes de Nina Ranieri, da “Campanha Nacional pelo Direito à Educação” e Anna Penido, da Inspirare.
    Seria VERGONHA ?

  3. As pessoas de bem deveriam parar de usar esse bando e transferir o dinheiro para outro, ou pelo menos obrigar o Itaú a não usar seu dinheiro para financiar esse lixo socialista….

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