Com CUT, Carta Capital e PSOL na Lava Jato, esquerdistas terão que pedir ajuda para o Batman.

por Rafa Silva

Não está fácil a situação da esquerda brasileira. Humilhada nas urnas, massacrada pela Lava-jato e suplantada nas ruas, não sabe mais para onde ir. Como se não bastasse, vê agora os “baluartes” do combate vermelho nas redes e na imprensa sucumbirem nas delações da Odebrecht.

A primeira a aparecer foi a adorável Luciana Genro. Lulu, como é conhecida entre os amigos, foi delata por supostamente receber valores de Caixa 2 advindos da Odebrecht. Isso mesmo que você leu: o PSOL, “estandarte” da moralidade vermelha, se lambuzou com propinas de empreiteira. A coisa ficou tão feia que até os Trotskystas do PCO tiraram onda com a gaúcha:

Um momento empolgante do vídeo de Luciana Genro explicando porque não se deve acreditar no delator que a delatou como receptora de dinheiro da Odebrecht para caixa 2 da sua campanha foi quando ela e seu principal mentor, Roberto Robaina, quase em uníssono declararam que acreditavam nas delações da Lava-Jato, mas que a dela “não tinha a firmeza necessária”.

Assim são todos os apoiadores da operação golpista e conspirativa liderada pelo Mussolini de Maringá, Sérgio Moro: “acredite em todas as delações, menos na minha”. Aécio Neves que o diga.
A defesa da Lava-Jato é (quase) incondicional.

Logo após a Psolista, foi a vez da CUT ser delatada por Emílio Odebrecht, todo poderoso da empresa que comprou o Brasil. Além de Emílio, o  ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Serrano Valladares, contou que “pagou propina a índios para eles não criarem problemas com as obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia.” Além dos índios, havia também propina para os sindicalistas, carinhosamente chamados de “Barbudos“:

“Barbudos, esse é fácil adivinhar, eu creio. Isso é para os representantes da CUT locais. A CUT foi o primeiro sindicato a chegar lá e se estabelecer. Estavam todos de olho, não tinha nada na cidade, de repente surge lá um contingente de 25 mil homens numa obra e mais tanto na outra. Os sindicatos chegam assim, que nem abelha para conquistar espaço”, afirmou. “O pessoal da CUT costumava cobrar pedágios mensais para eles não apoiarem greves, atos de violência, esse tipo de coisa.”

Para terminar, com não poderia ser diferente, temos também os adoráveis amigos da Carta Capital, eterno panfleto vermelho das gestões PT. E não foi pouco: 8 milhões de reais para bancar o veículo de propaganda petista, dinheiro de sobra pra uma publicação com audiência tão baixa.

O ex-jornalista e ex-bajulador da ditadura militar Mino Carta, proprietário do pasquim, prova mais uma vez que só funciona direito quando muito bem remunerado.

Quem sobra?

A esquerda ainda pode contar com Gregório Duvivier, Gretchen, o Secretário de Educação de São Paulo Alexandre Schneider, Mano Brown, Eduardo Suplicy, Camila Pitanga, Preta Gil e Leonardo Sakamoto. Ainda assim, não sabemos se os mesmos são capazes de conduzir o país a outro precipício vermelho.

Mais fácil esperar o Batman que dar crédito a essa turma.

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