Dimenstein, do Catraca Livre, tenta criminalizar uma linha editorial: a de direita

A lista publicada pelo ex-jornalista Gilberto Dimenstein não se trata de uma perseguição ao MBL ou ao JornaLivre. Na verdade, Dimenstein quer criminalizar o pensamento divergente, do libertário ao conservador. Dimenstein e o Catraca Livre, com uma ação injuriosa e impensada, tentam criminalizar a linha editorial de direita, e é isso que está em jogo. Opinar fora da caixa da grande mídia, aparelhada ideologicamente ou, muitas vezes comprada com benesses e incentivos culturais, é fazer “fake news” e não jogar o game. Se os nomes e mídias independentes da ‘Lista de Dimenstein’ não se levantarem contra essa criminalização do pensamento, estaremos permitindo um perigoso precedente para o autoritarismo.

Veja a lista publicada em sua página pessoal:

lista do dimenstein
Para Dimenstein, ‘MBL’ está no centro da treta. Lembram de algo?

Gilberto Dimenstein e o Catraca Livre foram pegos no pulo: Em troca de vantagens para seus estabelecimentos comerciais na Vila Madalena, viraram cabo eleitoral de Haddad. Você pode ler sobre isso aquiaqui e aqui. Por ser seu método de trabalho, Dimenstein crê que todos agem de igual forma. Não entende que há mídias alternativas militantes, como este site ou tantos outros, e que por isso somos associados apenas pelas ideias.

Na lacuna desta grande mídia, e de grandes nomes do jornalismo que se venderam a uma agenda financeiramente rentável, nasceram novos portais, sites e jornais dispostos a noticiar os fatos como… fatos, não como boatos, como ele fez nesse caso. Buscando combater as “fake news”, Dimenstein soltou mais uma enorme mentira.

Ele precisa entender que é pela falta de ética de figuras como ele — escancarada pelo vereador Fernando Holiday, que o motivou a agir por vingança — é que novas ideias e novos canais de comunicação se multiplicaram nos últimos anos para fazer frente ao aparelhamento ou militância da grande mídia. Não tem nada a ver com uma agenda única ou movimento algum. Tem a ver com a verdade, e disso, o ex-jornalista já não quer saber.

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