Dono do Catraca Livre, denunciado em suposto esquema milionário, tenta abafar investigação

O jornalista Gilberto Dimenstein, fundador do site Catraca Livre, tenta atacar esta mídia independente, o JornaLivre, para abafar e intimidar nossa repercussão acerca de grave denúncia apresentada pelo vereador Fernando Holiday em plenário e que será investigada pelo Ministério Público em breve. Holiday e sua equipe apuraram, de acordo com postagens nas redes sociais, que o ex-prefeito Fernando Haddad teria implementado o programa ‘Ruas Abertas’ exatamente na rua em que ficam dois estabelecimentos comerciais de Dimenstein, somente para favorecê-lo financeiramente, à revelia dos moradores da região.  Talvez não por coincidência, o Catraca Livre promovia a gestão petista no município.

A investigação, que se iniciou a partir de uma matéria do JornaLivre, explica as razões para Gilberto Dimenstein não admitir que o Armazém da Cidade, um de seus empreendimentos, fosse chamado de “boteco”, o que foi comprovado recentemente. Na verdade, tudo leva a crer que Dimenstein tentava manter o verniz de ‘espaço cultural’ para justificar a captação milionária que fez, via lei Rouanet, para manter o local e pagar artistas e apresentações com dinheiro público , enquanto faturava com o bar.

Para abafar o caso e desacreditar a fonte, Dimenstein passou a promover ataques ao JornaLivre onde fala sobre uma suposta investigação contra Roger Scar, editor-chefe deste site. De acordo com o empresário, Scar seria procurado pela Delegacia de Crimes Eletrônicos de São Paulo. Acontece que, até agora, Dimenstein não disse qual é a tipificação penal. Isto é, que crime haveríamos de ter cometido? O que nos leva a pensar que, na verdade, ele inventou essa caça “fake” para obstruir e ocultar a investigação real em suas relações estranhíssimas com a administração municipal anterior.

Curioso notar que o Catraca Livre se notabilizou por ter feito uma cobertura ‘caça-cliques’ asquerosa sobre a tragédia com a Chapecoense.

Outra característica da falsa acusação que promove Gilberto Dimenstein é inverter a ordem das coisas. A investigação e primeira denúncia apresentada por Fernando Holiday antecedeu os ataques que ele promoveu. Na verdade, o jornalista passou a agir sob o desejo de vingança, e não o contrário.

Desesperado, Dimenstein age sem medir consequências, caluniando e inventando fatos para tentar se salvar. Agora, além do inquérito sobre as irregularidades durante a gestão Haddad, terá de responder por diversas outras afirmações mentirosas e tresloucadas. Ele está enrascado.

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