Deputado do PSDB desafia extrema-esquerda e vai incluir fim do imposto sindical na reforma trabalhista

O deputado tucano Rogério Marinho – relator da reforma trabalhista – prepara o documento final da comissão da Câmara para quarta-feira da semana que vem, 12 de abril.

A reforma visa alterar regras da CLT e possibilita que acordos coletivos tenham mais valor do que os previstos em lei, permitindo, mudanças na jornada. O relator da reforma trabalhista afirma que o cronograma está em dia e espera que a comissão discuta o documento final ainda em abril. As informações são da Jovem Pan.

No relatório, estará incluída a proposta de extinguir o imposto sindical: “Nós defendemos o fim dessa contribuição (sindical) obrigatória porque achamos que há uma distorção do movimento sindical e nós ajudaremos o movimento sindical no sentido de retirar os sindicatos pelegos”.

Sobre o quanto a CLT atual, de tons fascistas, está obsoleta ele disse: “É necessário flexibilizar essa situação para se encarar a modernidade. Queremos adequar a lei ao espírito do tempo – tornar a lei adequada à realidade que nós temos hoje”.

8 comentários sobre “Deputado do PSDB desafia extrema-esquerda e vai incluir fim do imposto sindical na reforma trabalhista

  1. Realmente temos que acabar com sindicatos pelegos, mas os bons , os atuantes, que fornecem assistencialismo as suas categorias nao podem pagar pelos ruins. O meu sindicato no qual trabalho oferece uma ampla area médica para seus trabalhadores, com tres clinicas conveniadas, mais de 40 especialidades de medicos, cursos, mais de dez equipes de fiscalizaçao,colonia de férias, diversos cursos,auxilio educaçao, auxilio alimentaçao sobre a nossa convençao coletiva, portanto somos um sindicato atuante , ajudamos muito os nossos trabalhadores e suas familias!STICC sindicato dos trabalhadores da industria da construçao civil

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    1. Cobramos 12 reais sobre a associaçao,da qual uma consulta em qualquer clinica conveniada custa em torno de 60 reais, se tirarem o imposto e a assistencial deixaremos de beneficiar centenas de trabalhadores e suas familias da construçao civil, assim aumentando o quadro e a procura por assistencialismo governamental!

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    2. Com certeza se seu sindicato oferece todos esses benefícios, seus associados não irão reclamar de continuar a pagar. Mas isso não é prática na maioria dos sindicatos e não é justo que a maioria pague por algo sem nenhum retorno, que é o que acontece com a grande maioria.
      Quem quiser pagar, que pague, não é justo impor, ser obrigatório.

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  2. Concordo com do fim do imposto sindical compulsório, com o fim dá obrigatoriedade do imposto deveria também mudar as regras dá representação sindical. Quem reconhecer a importância da contribuição terá prioridade, quem não contribui terá que construir alternativa. Tenho a certeza que este debate não é financeiro é ideólogo, só o movimento sindical tem condições e legitimidade para enfrentar as barbaridades do governo federal e seus aliados. É a forma de dificultar e inviabilizar a estrutura sindical. Mas acho também que terão surpresas.

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  3. porque sou obrigado a pagar imposto sindical.o sindicato deve atrair sócios por bons serviços. como dentista. advogado. escolha técnica. assim todos seus representados tornam sócios. um novo modelo de sindicato surgirá.

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