Maia recua e diz que defenderá veto se lei fascista anti-Uber passar

Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse na manhã desta quarta (5) que caso o senado mantenha as ementas fascistas anti-Uber aprovadas na noite de terça (4), ele pedirá a Temer que vete esses dois pontos.

No plenário, os itens fascistas foram adicionados para, mesmo que a lei liberasse o Uber, existisse uma “brecha” para que cada município pudesse escolher proibir o aplicativo, o que, em suma, é o que aconteceria na maior parte dos casos em razão dos interesses corporativistas e do interesse que o cidadão pague em média 30% a mais para se transportar, além de buscar causar o desemprego dos motoristas do Uber.

“Defendo que o presidente Michel Temer vete os dois artigos aprovados aqui. Respeito o direito da maioria, sou um democrata, e é bom que de vez em quando sua posição não seja a majoritária, mas vou defender, claro, o meu ponto de vista sobre esses dois artigos”, disse.

Àqueles que seguiram o posicionamento fascista do petista Carlos Zarattini, Maia diz: “A sociedade quer que os dois sistemas existam. Essas restrições ao Uber não beneficiam o táxi, apenas prejudicam o cidadão, que perderá uma opção muito importante. Não que ficará proibida, mas ficará com muita dificuldade”.

A lei vai para o Senado a partir de agora.

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