Catraca Livre ataca Jornalivre mas não explica benefícios irregulares na gestão Haddad

Ad hominem: Já ouviu esse termo? É uma forma reduzida para ‘Argumentum ad hominem’, uma velha falácia retórica para vencer debates sem ter razão que consiste em descredenciar o adversário, isto é, o debatedor, ao invés de responder aos argumentos.

A estrutura lógica dessa falácia é bastante simples:

  • O autor X afirma a proposição P;
  • Há alguma característica considerada negativa em X;
  • Logo, a proposição P é falsa.

É basicamente isso que Gilberto Dimentein, dono de Catraca Livre, tenta fazer para abafar as graves denúncias de que seus estabelecimentos comerciais foram beneficiados durante a gestão Haddad. Sabendo que Fernando Holiday é vereador efez uso da tribuna para tratar sobre o tema; Dimenstein tentou se antecipar ao atacar Fernando Holiday e este site independente de notícias que, por lutar e denunciar a promiscuidade entre políticos e a velha imprensa, necessita de discrição para evitar cruzadas e perseguições contra pessoas físicas, assim como Gilberto Dimenstein e sua máquina de mídia e influência promove contra o vereador e, agora, promove contra Roger, o editor-chefe do JornaLivre que assinou inúmeras matérias.

Sob o verniz de “boa intenção”, Dimenstein diz combater as “fake news” quando ele próprio e seu site disseminam várias. Na verdade, a intenção é desacreditar e abafar as inúmeras irregularidades que, caso comprovadas, poderiam levá-lo à cadeia.

Por que o dono do Catraca Livre não explica para onde foram os milhões captados via lei Rouanet para promover seu boteco na Medeiros e Albuquerque, na Vila Madelena? Se quer transparência, poderia começar por aí.

É de interesse do povo paulistano, sobretudo dos moradores da região, entender porque a subprefeitura regional na gestão petista negligenciou graves denúncias de irregularidades no bar, atropelou a vontade dos moradores e fechou a rua para quase que exclusiva promoção comercial dos estabelecimentos do premiado jornalista que, em contrapartida, promovia Fernando Haddad como verdadeiro cabo-eleitoral.

Caso comprovado, o caso configuraria improbidade administrativa e condenaria Haddad a 8 anos inelegível, enquanto Gilberto Dimenstein responderia na justiça comum.

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3 comentários sobre “Catraca Livre ataca Jornalivre mas não explica benefícios irregulares na gestão Haddad

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