Bastava Dimenstein ter procurado direito para encontrar vários artigos assinados por Roger Scar no JornaLivre. Não teria passado por esse papelão…

por Roger Scar

Dimenstein, que quer policiar quem é jornalista e quem não é, e que usa como critério basicamente a sua posição ideológica, tem atacado este jornal há semanas. Ele intensificou estes ataques nos últimos dias e diz ter feito uma denúncia na Polícia Civil, nos acusando de supostos crimes na internet – crimes que ele não diz quais são.

Um de seus principais argumentos é dizer que nenhum dos textos aqui publicados tem assinatura, o que é mentira. Textos de opinião são assinados, muitos deles por mim mesmo, e posso provar. Para tanto, vou listar abaixo todos os artigos que já assinei. Não pedirei o mesmo a todos os outros autores, pois alguns preferem se manter no anonimato por questões de segurança – sabemos o que acontece com quem ousa discordar do status quo esquerdista, mas farei minha parte.

  1. Votação em lista fechada é uma forma de blindar os caciques da velha política (3 de abril de 2017, assinado por mim)
  2. Vereador petista quer uma avenida com nome de Marisa Letícia? Que tal uma marginal? (31 de março de 2017, assinado por mim)
  3. Moro extermina narrativa de que impeachment foi para salvar Cunha (30 de março de 2017, assinado por mim)
  4. 16% dos paulistanos reprovam gestão Doria. “Por acaso” é quase o mesmo percentual que votou em Haddad (30 de março de 2017, assinado por mim)
  5. Diretor de criação que fez comercial da Amazon contra Doria é esquerdista e apoiador de Dilma (29 de março de 2017, assinado por mim)
  6. Esquerda europeia acusa May de ser “anti-democrática”, mas se trata justamente do contrário (29 de março de 2017, assinado por mim)
  7. Deputado Nilson Leitão quer cobrar “royaltes” de agricultores e pode esfacelar importante setor da economia (23 de março de 2017, assinada por mim)
  8. Vitória da extrema-esquerda na Reforma da Previdência é fruto da omissão de seus opositores (22 de março de 2017, assinado por mim)
  9. Em um país sério, políticos e empresas que lesam a população seriam extirpados do mercado e da vida pública (18 de março de 2017, assinado por mim)
  10. “Greve” que afetou milhões em São Paulo não passou de comício para Lula (16 de março de 2017, assinado por mim)
  11. Petistas querem incendiar o Brasil. É a tática do “quanto pior, melhor!” (15 de março de 2017, assinado por mim)
  12. Não é contra a Reforma da Previdência, é contra o fim do Imposto Sindical (15 de março de 2017, assinado por mim)
  13. Extrema-esquerda diz que Boulos foi cortado da Folha por perseguição política, mas a verdade é que o jornal está falindo (14 de março de 2017, assinado por mim)
  14. Serra quer promover diplomata perseguido durante o governo PT (22 de junho de 2016, assinado por mim)

Com exceção do último, todos os textos acima mencionados foram assinados por mim e são todos bem recentes, alguns anteriores às acusações de Dimenstein contra nós. Não tenho a menor dúvida de que o ex-jornalista os viu, porque estou certo de que em seu empenho ele deve mesmo ter vasculhado o site. O fato é que viu e fingiu não ter visto. Se Dimenstein tivesse procurado por meu nome, saberia que não sou anônimo. Escrevo há anos para diversos sites, mantenho alguns sites próprios, comprados em meu próprio nome.

Já escrevi para o Instituto Liberal, Instituto Liberal de São Paulo e até para o Portal Libertarianismo, sempre usando o nome Roger Roberto ou meu apelido, Roger Scar. Se Dimenstein não fosse desonesto, teria encontrado meus outros sites, saberia que não sou nenhum anônimo e que escrevo sobre política há muito tempo. Tenho uma página que muitas pessoas sabem ser minha, com milhares de seguidores. Tenho diversos seguidores em meu perfil pessoal e muitas pessoas sempre souberam que escrevo para o Jornalivre. Também assino textos para o Sul Connection, onde já critiquei Dimenstein pelo menos duas vezes, e para o Olhar Atual, no qual eventualmente dou minhas opiniões.

A verdade é simples: Dimenstein não investigou coisa alguma, ele nem procurou. Seu trabalho se limitou a fazer acusações. É por isso que sua denúncia na polícia, se é que ele fez mesmo alguma, não causa nenhum receio por aqui. A não ser que estejamos em um regime como o venezuelano, do qual o ex-jornalista é adepto, não é crime emitir opiniões e divulgar informações públicas, crime é acusar o site de receber dinheiro público sem ter qualquer prova disso.

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