Ives Gandra Filho defende o fim do imposto sindical: “Não se sabe como esse dinheiro está sendo usado”

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, defendeu o fim do imposto sindical compulsório, que rendeu aos sindicatos cerca de 3,5 bilhões de reais no ano passado.

“Não se sabe como esse dinheiro está sendo usado. O sindicato não pode estar fora da exigência de transparência do uso do dinheiro público”, disse Ives em entrevista ao Estadão.

 

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2 comentários sobre “Ives Gandra Filho defende o fim do imposto sindical: “Não se sabe como esse dinheiro está sendo usado”

  1. Tem que acabar com tudo que é compulsório: imposto sindical, serviço militar, PIS, FGTS e outros. E reduzir a carga tributária das empresas. Só assim teremos aumento do emprego. Já temos muitos impostos que, na verdade só servem para engordar os bolsos dos corruptos e bandidos, que controlam essas verbas astronômicas. Privatizar o máximo de atividades, inclusive os bancos estatais, incluindo a Petrobras, principalmente.

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