Dono do Catraca Livre tenta usar suposta fala de Doria, se dá mal e confessa que é de extrema-esquerda mesmo

Por Renzo Brickmann

O dono do site Catraca Livre, Gilberto Dimenstein, está em pânico ao ver que todo seu histórico de obtenção de benefícios a partir do estado está vindo à tona. Ele sabe que o JornaLivre está ajudando nessa revelação de fatos que são públicos, mas estão sendo compilados de modo sistematizado e organizado pela gente (vamos criar até uma “Baú do Dimenstein” em breve, com links para as diversas fontes, com tudo organizadinho). Entre as descobertas escabrosas sobre Dimenstein encontram-se recebimento de Lei Rouanet e até fechamento de ruas em favor de seu comércio. Ou seja, o Estado, para ele, é uma máquina de esmagar os pagadores de impostos em prol de seus benefícios particulares. Uma vergonha para a humanidade.

Agora boa parte de seus esforços são dedicados a atacar a Gestão Doria e tentar beneficiar, como sempre, os candidatos de extrema-esquerda. Mesmo assim, Dimenstein usou seu site Catraca Livre para publicar uma declaração de Doria que supostamente seria a seu favor.

Vejamos:

É uma situação verdadeiramente patética a deste senhor Dimenstein.

Ele utiliza a afirmação “não conheço e não concordo com a conduta deste site”, mas muito provavelmente a citação foi retirada de contexto. Até que Dimenstein comprove toda a troca de mensagens (ou gravação) entre ele (ou seu repórter) e o prefeito, temos muito provavelmente mais uma distorção, recurso típico do Catraca Livre.

Porém, mesmo a frase isolada de Doria serve mais para derrubar Dimenstein do que ajudá-lo. Simplesmente, a frase comprovaria que um órgão de mídia não precisa estar ligado financeiramente e profissionalmente a um candidato para elogiá-lo. É assim que as coisas são na democracia. É diferente do caso de Dimenstein, que já recebeu dinheiro da Lei Rouanet durante a Gestão Petista e, com isso, retribuiu com apoio político.

Na ótica de Dimenstein, as pessoas pessoas precisam de “aprovação” de um candidato para elogiá-lo, mas as coisas são assim em países como Cuba e Venezuela. Ao usar a frase de Doria, Dimenstein comprovou que defende um totalitarismo em tal nível que os políticos precisam “aprovar” o que as publicações de mídia dizem em seu favor. Deve ser terrível viver em um país comandado por mentalidades tirânicas como a de Dimenstein, que mediu os outros por sua própria régua. Ficou feio para alguém que tentou tão esforçadamente negar que é de extrema-esquerda.

É um orgulho para nós não depender de “aprovação” de ninguém para fazermos elogios ou críticas. Obviamente, Dimenstein não está acostumado com isso.

Aliás, a tal “investigação do departamento de crimes eletrônicos” é mais uma “fake news” de Dimenstein, pois, como tudo que ele diz, não há provas, até porque o JornaLivre simplesmente mostrou informações de domínio público a respeito do jornalista de extrema-esquerda. A única coisa de que ele pode reclamar contra a gente é que somos organizados em nossas pesquisas, e ainda tem muito mais vindo por aí. As coisas nem começaram a complicar para Dimenstein. Não existe crime em citar informações de domínio público, como, por exemplo, o recebimento de 1,1 milhão da Lei Rouanet, conforme o site ILISP, que apresentou fontes irrefutáveis. Também é fato que há ruas fechadas em uma situação na qual o comércio de Dimenstein é beneficiado.

Como não há crime algum em apontar tais informações de domínio público, o máximo que Dimenstein pode fazer é ameaçar os outros a partir da política de intimidação, mas ele seria recebido com risos na Polícia Federal se chegasse dizendo “quero prender o JornaLivre porque disse que meu boteco é boteco” ou “quero prender o JornaLivre porque disse que um projeto do Catraca Livre recebeu grana da Lei Rouanet” (o que pode ser consultado no site da Receita Federal). Na Venezuela, as pessoas se intimidam com isso. Aqui não.

Hoje apontamos 10 mentiras de Gilberto Dimenstein. Neste post vimos provavelmente mais duas. A de que ele teria colocado a PF em nosso encalço – supostamente por falar da Lei Rouanet e usar o termo boteco, o que é ridículo – e de que coletou uma afirmação sobre Doria que estaria a favor de suas teses, quando ele nem teve a coragem de apresentar a gravação completa, o que é típico de produtores de “fake news”.

Anúncios

4 comentários sobre “Dono do Catraca Livre tenta usar suposta fala de Doria, se dá mal e confessa que é de extrema-esquerda mesmo

  1. Resposta a altura, só faltou no final do artigo colocar as informações de contato do Jornal livre só para enterrar a frase de jornal fantasma!

  2. Minha cidade está destroçada por um gestão anterior a esta. Precisamos de exemplos, conceitos e sermos incitados a manter nossa cidade limpa. O resto é perda de tempo.

  3. Sou medico, conheço o Doria ha muitos anos. Fui convidado por ele ( LIDS) a participar de de vários Congressos. Posso falar que o admiro pela coragem e posturas éticas , mas, a meu ver , o que mais o credencia para a vida pública em qualquer nível, é a clareza moral. Até que enfim apareceu alguém !!!!!

Deixe uma resposta