10 mentiras de Gilberto Dimenstein (do Catraca Livre), um verdadeiro campeão das “fake news”

Neste dia 1 de abril (o dia da mentira), vale lembrar 10 mentiras recentes de Gilberto Dimenstein, dono de um boteco na Vila Madalena e um sujeito decididamente obcecado com o JornaLivre. Dossiês detalhados começarão a ser publicados aqui no JornaLivre demonstrando o “caminho da verba” e de alguns interesses envolvidos, mas, pelo momento, vejamos as 10 mentiras mais recorrentes lançadas por Dimenstein:

  1. Afirmou que o MBL queria acabar com o Beco do Batman, que voltaria a ser um estacionamento. Falso. A denúncia, que é do vereador Holiday, diz respeito à Medeiros e Albuquerque e, na verdade, visa apenas abri-la, conforme reivindicam moradores.
  2. Publicou que o MBL queria que o Beco do Batman voltasse a ser um estacionamento de carros.
  3. Prometeu dar a escritura de quem comprovasse que seu boteco é um… boteco. Seu oponente comprovou que o estabelecimento era de fato um boteco  e ele simplesmente ignorou, sob suas regras.
  4. Prometeu a escritura para quem encontrasse seus estabelecimentos no Beco do Batman. Desviou! Na verdade, os estabelecimentos ficam na Medeiros e Albuquerque, uma rua próxima.
  5. Afirmou que o JornaLivre está numa pesquisa da USP que lista sites disseminadores de ‘fake news’. Concidentemente, apenas sites de direita estariam nessa suposta lista. Acontece que a USP jamais fez qualquer pesquisa nesse sentido.
  6. Falou que ajudou a revelar o “caixa 2 do MBL” e por isso é denunciado. Ao contrário. A denúncia de Holiday precedeu, em duas semanas, a mentira do BuzzFedd compartilhada por ele via Catraca Livre. Veja link do Sul Connection onde esta mentira de Dimenstein é refutada.
  7. Contou ter “provado na justiça” quem seria “uma das fontes” do JornaLivre mas, dias depois, propõe uma “gincana” para descobrir o responsável. Ué?!
  8. Diz que o JornaLivre é um site-fantasma e, em seguida…
  9. Insinuou que Fernando Holiday financiaria o Jornalivre com verba de gabinete. Loucura completa. Holiday não utiliza sequer 50% da sua verba de gabinete, que é utilizada para pagar 8 assessores, dos 17 que teria direito a nomear. A verba de escritório, aliás, só foi gasta no mês de fevereiro para comprar clips, caneta e utensílios básicos.
  10. Diz que não é de extrema-esquerda, mas gasta boa parte de seu espaço para atacar candidatos de direita e favorecer os de extrema-esquerda, como Fernando Haddad.

É justo dizer que Dimenstein cometeu apenas essas 10 mentiras? Não. Ele praticou essas 10 mentiras no curso de uma semana. Muitas outras mentiras de um legítimo ultraesquerdista estarão expostas aqui nos próximos dias.

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7 comentários sobre “10 mentiras de Gilberto Dimenstein (do Catraca Livre), um verdadeiro campeão das “fake news”

  1. Interessante a matéria. Não conhecia o jornal mas acho que pecaram em “conectar” as assertivas contra o jornalista com seu completo histórico. Ficou meio vago pra quem não está a par das notícias… É preciso contextualizar pra informar, especialmente quem está lendo e não conhece os casos superficialmente citados. Do mais gostei! Parabéns!

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  2. Por que um jornal que não é ligado ao MBL, nem ao vereador Holiday e nem à partidos de direita se empenha tanto em defendê-los? Se eu estiver errado e vocês forem ligados ao MBL, retiro o que disse

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