Doria, Bolsonaros e Holiday: por que a indústria das FakeNews os tem como alvo?

 

Nas últimas duas semanas – justamente durante o lançamento da famigerada “Lista de Janot” – blogs propagadores de Fake News como BuzzFeed e Catraca Livre iniciaram uma cruzada contra Fernando Holiday e Jair Bolsonaro. Contra o primeiro, jazia uma patética acusação de “Caixa 2”; contra o segundo, uma narrativa confusa de que teria feito uma “manobra contábil” para poder receber cerca de R$200.000,00 da JBS Friboi – frigorífico com mais que suspeita relação de compadrio com as gestões Dilma e Lula.

Em ambos os casos, estiveram presentes a tropa de choque do petismo virtual: Mídia Ninja, Brasil 247, Pragmatismo Político e seus caudatários de sempre. Em comum, além da verba que recebiam do regime lulista, uma narrativa que buscava jogar os dois parlamentares na mesma vala comum onde jazem seus patrões.

Contra Holiday, havia um requinte de sofisticação. Dentre os agressores encontra-se o promotor público José Carlos Bonilha, que ficou “famoso” por tentar impugnar a eleição de João Dória Jr faltando poucos dias para o pleito. O estratagema, vazio de denúncia, tinha como objetivo enfraquecer o candidato tucano num momento em que sua ascensão anunciava uma vitória em primeiro turno.

Tão logo as Fake News contra Holiday surgiram, Bonilha começou a tagarelar pela imprensa sugerindo que haviam elementos para instaurar inquérito contra Holiday e “futura responsabilização“. As declarações de Bonilha possuem uma função específica: fornecer argumento de autoridade para que as fake news advindas de portais de extrema-esquerda como Catraca Livre sejam revestidas com suposta aura de credibilidade e possam ser compartilhadas por veículos como a Folha de São Paulo.

Respostas rápidas

Tanto Holiday quanto Bolsonaro reagiram rapidamente aos ataques. O vereador paulistano ofereceu, ele próprio, denúncia ao MP pedindo que investiguem o suposto caixa 2 de sua campanha. Bolsonaro, por seu turno, tirou as dúvidas de seus seguidores em uma transmissão ao vivo em seu facebook que chegou a contar com mais de 14 mil espectadores simultâneos.

O que se observa na reação dos seguidores dos parlamentares é um comportamento crítico com relação as denúncias. A ideia de que existe uma escalada persecutória contra lideranças de uma nova direita parece estar sedimentada dentro de suas bases de apoio.

“Querem nos igualar aos petistas”

Procurado pelo Jornalivre, o Coordenador do MBL, Renan Santos, afirmou que as denúncias fazem parte de um “estratagema” para igualar esquerda e direita na mesma vala comum. Segundo ele, “não existe possibilidade de crescimento para a esquerda através de um debate público maduro. Sem propostas, nomes e credibilidade, tentarão atacar os principais representantes da direita brasileira com mentiras para gerar um clima de quanto pior melhor. Irão fracassar.

No momento, o Movimento Brasil Livre, o prefeito João Dória Jr. e os políticos da família Bolsonaro lideram os rankings de audiência política em redes sociais no Brasil. Perguntado se considera esta a razão dos ataques, Renan é enfático: “Ninguém ataca cachorro morto. Eles (a esquerda) sabem do potencial destes nomes para 2018.

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2 comentários sobre “Doria, Bolsonaros e Holiday: por que a indústria das FakeNews os tem como alvo?

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