Fake News: Rede Brasil Atual diz que Holiday se vitimizou por ser negro e gay, mas isso simplesmente não aconteceu

Primeiramente, vejamos a manchete da Rede Brasil Atual:

Manchete.png

Agora, vamos colocar a frase que Fernando Holiday realmente disse em seu vídeo:

“É uma completa mentira. Além de estarem incomodados com esse novo jeito de fazer campanha, não admitem que haja um negro dentro do parlamento contrário às cotas raciais e que não se submete à sua militância negra. Eles não admitem que exista um gay no parlamento que não se submete à sua militância LGBT.[Destaques nossos]

O parágrafo acima está no próprio corpo da matéria feita pela Rede Brasil Atual. Ou seja, a redação do jornal intencionalmente colocou uma manchete que não condiz com o conteúdo publicado, o que comprova má fé. Holiday nunca disse, em momento algum do vídeo, que estariam perseguindo ele por ser negro ou gay, mas por discordar das pautas do movimento negro e do movimento LGBT de esquerda. Isso fica bastante claro ao ler ou ouvir o que ele realmente falou.

A Rede Brasil Atual praticou o que ficou conhecido por “fake news”, ou seja, a produção de notícias falsas ou parcialmente falsas baseadas em um conteúdo que não corrobora suas manchetes. É um típico sensacionalismo barato cuja única finalidade é destruir a reputação alheia.

Abaixo, o vídeo no qual Holiday fez o comentário. Assista:

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2 comentários sobre “Fake News: Rede Brasil Atual diz que Holiday se vitimizou por ser negro e gay, mas isso simplesmente não aconteceu

  1. A Rede Brasil Atual não é um site muito conhecido por expor os fatos tais quais eles são. Entretanto, deve-se atentar aos fatos, a saber, que há uma planilha com nome, R.G ou CPF, de pessoas que foram pagas pela campanha do atual vereador para ser cabos eleitorais.
    Consoante a isto, há gravações de Tatiane Carvalho, nas quais ela fala sobre os cabos eleitorais. Sendo que esta está diretamente relacionada com Fernando Holiday e o MBL, visto que a mesma era quem gerenciava a página do pmdebista no Facebook.
    Além de que os nomes que constavam na planilha foram entrevistados e confirmaram a mesma história. Sem se esquecer que o Promotor do Tribunal Eleitoral de São Paulo já afirmou, em entrevista, que há indícios mais que suficientes para iniciar um processo de investigação ao vereador.
    Ora, a lei 9.504/1997 citada no vídeo desta reportagem afirma que eleitores podem realizar gastos com o candidato de sua preferência, o que destoa do fato que a campanha de Holiday foi quem fez esse servição e não seus eleitores por conta própria.
    Nesse sentido, busca-se saber o seguinte: por que tais serviços não foram contabilizados e entregues à Justiça? Quem os financiou? Por que o vereador ao ser questionado não respondou diretamente às perguntas, visto que ele tão somente ignorou todos essas questões pertinentes e desconversou para poder atacar a esquerda ?
    Holiday é inocente até que se prove o contrário, como todo cidadão num Estado Democrático de Direito, porém atacar quem o questiona e afirmar que são todos seu opositores políticos, constitui uma atitude muito semelhante a qualquer político reconhecidamente corrupto ao ser perguntado sobre seus processos judiciais.
    Até o momento, aguardo informações para ir-se construindo uma análise qualitativa, verdadeiramente, correta.

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