Em 2016: “Amigo” recebeu R$ 8 milhões da Odebrecht

A Polícia Federal concluiu que o apelido “Amigo”, que consta numa planilha de pagamentos de propina apreendida com funcionários da Odebrecht, faz mesmo referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o que afirmava o despacho que indiciou o ex-ministro Antonio Palocci.

“Há respaldo probatório e coerência investigativa em se considerar que o ‘AMIGO’ das planilhas faça referência a Luiz Inácio Lula da Silva”, escreveu o delegado Filipe Hille Pace, já na época.

As planilhas indicavam um saldo, supostamente de propinas, de R$ 23 milhões em favor do “amigo”, ou Lula. Desse total, R$ 8 milhões teriam sido pagos em 2012, “sob solicitação e coordenação de Palocci”, segundo o relatório. Não se sabe o que ocorreu com os R$ 15 milhões restantes.

Os outros beneficiados da planilha são “Itália”, que seria Palocci, segundo os investigadores, e “Pós-Itália”, cuja identidade ainda não foi identificada pela PF.

As informações são da Folha de São Paulo, em matéria publicada em 2016.

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