Delação de Odebrecht implode totalmente Dilma e salva a pele de Temer

Depois de muita expectativa, finalmente, nesta quarta-feira de cinzas (especialmente cinza para o PT…), o empresário Marcelo Odebrecht finalmente confirmou à Justiça Eleitoral o pagamento do publicitário João Santana, responsável pela campanha de Dilma Rousseff à presidência em 2014, com dinheiro de caixa dois acertados com o então ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Segundo a Folha, o ex-presidente da Odebrecht,  o governo petista, ainda na gestão de Lula, teria negociado com a empresa duas “contrapartidas” por uma medida provisória (a MP 470) negociada por Mantega em 2009 e que beneficiaria a empresa.

Os recursos acabaram não sendo usados integralmente na campanha de 2010 e teriam ficado como um crédito para uso na próxima campanha, no valor de R$ 50 milhões.

Dito e feito. Durante 2013, Mantega negociou um apoio “voluntário” à campanha de 2014 e os valores totais, somados todos os créditos, seriam de R$ 300 milhões, para serem usados em caixa dois pelo PT.

No mesmo depoimento, Marcelo Odebrecht confirmou que realmente teve um jantar com Temer, no Palácio do Jaburu. O tema do evento seriam contribuições para a campanha do então vice-presidente, mas MO garantiu que o tema foi tratado “de forma genérica” e não houve um pedido de doação direto feito por Temer.

 

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