Cultura do falso estupro: A universitária que inventou estupro, prejudicou dois atletas e responderá por falsa acusação

Uma universitária da Sacred Heart University, em Fairfield, EUA, inventou ter sido estuprada por dois atletas  da equipe de futebol americano da universidade, para chamar atenção de outro rapaz.

Em outubro do ano passado, Nikki Yovino, de 18 anos, fez sexo com os dois atletas durante uma festa fora do campus, mas inventou que tinha sido estuprada por eles, apenas para chamar atenção de uma paquera. Ao ser pressionada pela polícia ela contou a verdade, mas só depois de ter causado a expulsão dos dois jogadores e ter feito eles perderem suas bolsas.

“Ela admitiu ter forjado a alegação de ataque sexual porque foi a primeira coisa que veio à cabeça dela para não perder a chance de namorar um outro rapaz”, diz o documento liberado recentemente pela polícia de Bridgeport, de acordo com a emissora WABC. “Ela acreditava que o rapaz, ao ouvir a denúncia, ficaria furioso (com os supostos agressores) e seria solidário a ela”, acrescentou. Nikki foi indiciada por falso relato de crime e por forjar provas.

Casos como esse ou o da universitária do Rio Grande do Sul, que inventou ter sido estuprada e fez um homem inocente ser agredido e mandado para o hospital, estão se tornando cada vez mais comuns. Além disso manchar a reputação de pessoas inocente, também prejudica as verdadeiras vítimas desse mal.

A cultura do falso estupro precisa acabar.

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9 comentários sobre “Cultura do falso estupro: A universitária que inventou estupro, prejudicou dois atletas e responderá por falsa acusação

  1. Vivemos numa sociedade aparentemente unidirecional, ou seja tudo deve girar em torno de si mesmo, ou para si mesmo, idolatramos personagens que não fazem o bem, nem são do bem, não importa quantas provas são arroladas, provando suas maldades, não há interesse muitas vezes da sociedade saber, ou acham que ela nada tem com isso, então, as atrocidades ficam cada vez maiores, junta-se a isso a falência do estado como gestor da segurança e proteção do cidadão normal, e tem-se a impunidade como motor, que infla os maus personagens a fazer o que lhes vem a cabeça, não há escapatória, ou mudamos o rumo de como o mundo livre anda, ou seremos nós os próximos a enfrentar o perigo que essas pessoas irão fazer, se já não não estamos pagando por nossa inércia.

  2. Casos como esses estão se tornando cade vez mais comuns? Ao afirmar isso, seria necessário mostrar os dados.

    Outra coisa complicada é pegar uma notícia dos EUA e apresentá-la como brasileira. No Netflix há um documentário (The hunting ground) que mostra o problema relacionado ao estupro de universitárias; vale a pena assistir para refletir um pouco.

    Obviamente a legislação brasileira precisa julgar casos de falsa comunicação de crime, mas, apresentar a notícia sem nenhuma estatística, induz o leitor a achar que a todo instante uma mulher comunica falsamente que foi vítima de estupro.

    Enquanto, por outro lado, temos aproximadamente um estupro a cada 10 minutos no Brasil, o que da 144 por dia, 52560 por ano (ainda por cima estima-se que há sub-notificação, o que elevaria sobremaneira esse número), fazendo um arredondamento grosseiro.

    1. Você precisa sair da internet e se informar mais… A matéria cita um caso de Porto Alegre, mas apenas em 2016 foram dez casos comprovados de falsa denúncia de crime de estupro. Em Rio Grande /RS uma menina de 16 anos denunciou um rapaz que sequer conhecia… ela viu a foto dele no Facebook. O “estupro coletivo” do RJ onde a jovem foi trocar sexo por drogas e mesmo assim a “justiça” condenou dois rapazes sem ligação com a bandidagem sendo um promissor jogador de futebol. Se pesquisar no Google poderá comprovar tudo o que afirmei. Não vou te dar mais nada de mão beijada, mas por favor te informe antes de opinar… a menos que goste de passar vergonha…

  3. Essa é uma prática comum entre as mulheres baixa, mesquinha e inescrupulosas, sempre fazendo para obter certa ventagem ou se livrar de algo, essas pessoas deveriam ser responsabilizadas.

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