Sentença da justiça brasileira em parceria com os Direitos Humanos garante que transexuais possam fazer depilação a laser com dinheiro público

Mais uma vez, a Justiça brasileira, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), desperdiça o dinheiro do contribuinte.

A Justiça mineira acabou de autorizar a remoção a laser de pelos de uma paciente transexual pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi tão absurda que até usou como base um relatório no qual era garantido que a transexual tinha hirsutismo, um problema crônico que causa pelos em excesso no rosto de mulheres. Vale repetir: “no rosto de mulheres”.

Inicialmente, a Justiça determinou que a depilação fosse feita na rede pública. No entanto, o bom-senso do governo local prevaleceu e não considerou comprovado dano irreparável ou de difícil reparação.

No entanto, o juíz Gláucio Maciel Gonçalves, rejeitou esta sentença e optou por manter os direitos da esquerda. Defendeu o desperdício de dinheiro em ações como esta alegando que a responsável pela ação judicial não pudesse ser considerada uma mulher para todos os direitos seria algo ilegal.”Tal lógica soa perversa e se afasta do irreparável caráter humanista que permeou a decisão em primeiro grau”, definiu o magistrado em um surto de extrema-esquerda.

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4 comentários sobre “Sentença da justiça brasileira em parceria com os Direitos Humanos garante que transexuais possam fazer depilação a laser com dinheiro público

  1. Absurdo completo, pessoas precisando de atendimento urgente e um infeliz quer se depilar a laser as custas do povo? Vá procurar o que fazer e pague por isso meu caro. Não temos obrigação de bancar nada disso. Se liga!! 😠

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