TST alerta: Sem reforma trabalhista o desemprego pode explodir e o Brasil virar uma Venezuela

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho, fez forte defesa da proposta da reforma trabalhista apresentada pelo governo à Câmara. Se não houver reforma, diz Martins Filho, o desemprego crescerá ainda mais e o Brasil estaria sob o risco de evoluir rumo à situação da Venezuela no mercado de trabalho.

“Do jeito que estamos, vamos aumentar o desemprego”, disse o presidente do TST, com a argumentação de que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) “continua com uma série de deficiências” mesmo após a série de ajustes no texto ao longo das últimas décadas. Martins Filho participa de audiência na Comissão da Reforma Trabalhista na Câmara.

Ao defender a reforma, Martins Filho fez uma comparação que gerou polêmica entre deputados e outros presentes. O presidente do TST disse que, se nada for feito na legislação trabalhista, “podemos caminhar a tal ponto que vamos rumo à Venezuela”.

A comparação foi aplaudida por parte dos presentes e vaiada por outro grupo de presentes. Em seguida, ele tentou apaziguar os ânimos com a afirmação de que empresários, trabalhadores e sindicalistas querem chegar a um objetivo comum – que passa pelo aumento do emprego, segurança jurídica e harmonia nas relações do trabalho – mas só divergem quanto ao caminho para esse objetivo.

A matéria é da Jovem Pan.

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Um comentário sobre “TST alerta: Sem reforma trabalhista o desemprego pode explodir e o Brasil virar uma Venezuela

  1. Sabemos que há supersalários de até R$ 400.000, 00 (quatrocentos mil reais), que um salário dessa monta pode se transformar numa pensão se o servidor vier a óbito. Sabemos que há as filhas de militares que recebem pensão do pai falecido até o final de suas vidas. Sabemos que esses valores altíssimos devem representar mais de 50% da folha mensal da Previdência. Isso é um assalto aos cofres públicos! Por que o governo insiste em afirmar que se não houver reforma vamos virar uma Venezuela, se o Rio de Janeiro já virou uma Venezuela e está claro que isso ocorreu por assalto aos cofres públicos! O dinheiro está mal administrado! Poucos recebem muito! E muitos já não recebem nada! A limpeza tem que começar de cima para baixo. Primeiro reorganizar os salários. Há ralos de vazamento do dinheiro? Consertar o ralo! Numa faxina, ninguém limpa o chão para depois limpar a janela! A faxina que precisa e deve ser feita é essa que começa por cima, pelos supersalários que representam o grande peso na Previdência pois ano após ano eles crescem em escala geométrica/aritmética!

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