Escândalo da Odebrecht pode derrubar candidato do bolivarianismo no Equador

Conforme a Jovem Pan, o escândalo de corrupção envolvendo a Odebrecht deve abalar até a eleição presidencial no Equador, cuja votação acontece neste domingo (19). Até o momento, as denúncias sobre participação no esquema ocupam uma parte importante das campanhas.

No acordo de leniência firmado com a Justiça dos Estados Unidos, a empreiteira admitiu o pagamento de mais de 33 milhões de dólares em propina a autoridades equatorianas, entre 2007 e 2016.

As acusações atinem cheio o candidato do governo equatoriano, Lenín Moreno, que, atualmente, lidera as pesquisas de intenção de voto. Moreno conta com o apoio do atual presidente do país, Rafael Correa, e foi o vice dele, no primeiro mandato.

Desde que surgiram as primeiras informações sobre o caso Odebrecht, a imprensa equatoriana tem pressionado as autoridades para que as investigações avancem.Os crimes ligados à companhia brasileira teriam ocorrido entre 2007 e 2016, justamente durante o governo de Rafael Correa.

Como é uma ditadura bolivariana, o Conselho Nacional Eleitoral decretou um período de silêncio aos veículos de comunicação. A partir da meia-noite desta sexta-feira, os jornalistas estão proibidos de divulgar informações que possam interferir na votação de domingo. O veto ficará em vigor até segunda-feira, quando deve ser divulgado o resultado.

 

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