Vereador do MBL organiza moção de apoio a jovem demitido após perseguição de feministas

Conforme o G1, a Câmara de Vereadores de Londrina, no norte do Paraná, aprovou um requerimento de moção de apoio a um estudante de engenharia civil que postou brincadeiras leves em uma rede social e foi, por isso, perseguido por feministas, sendo logo depois demitido da empresa onde fazia estágio. Dos dezenove vereadores, apenas dois não votaram no requerimento de envio da moção.

No dia 31 de janeiro, Gabriel Vaz, o rapaz de 19 anos, publicou o texto “Procurando alguma feminista para ajudar a descarregar… Direitos iguais até chegar a carga de cimento” junto com uma foto em que ele aparece com um caminhão carregado de sacos de cimento ao fundo.

Em outra postagem, o rapaz aparece em um foto olhando alguns papéis e escreveu o seguinte texto: “analisando um projeto hidrossanitário da rede esgoto por onde vai passar os argumentos das feministas, aborteiras, etc”.

Por causa disso, as feministas organizaram campanhas de assassinato de reputação e requisição de demissão, com foco em destruir a carreira profissional de Gabriel Vaz. A empresa onde ele trabalhava entrou no jogo e ainda emitiu nota atacando o jovem, além de emitir a narrativa de que as mensagens teriam sido machistas.

A moção de apoio na Câmara foi proposta pelo vereador Filipe Barros (PRB). O parlamentar fez o pedido por acreditar que a liberdade de expressão não pode ser cerceada por nenhum grupo extremista: “O Poder Legislativo, sendo uma casa democrática, deve garantir a liberdade de expressão, o direito de expressão. O estudante foi demitido do estágio por pressão de grupos extremistas, verdadeiros sexistas que forçaram a empresa a demiti-lo. O feminismo se tornou em algo que aborda o ódio da mulher contra o homem, e não sobre igualdade. Esses grupos não são favoráveis a liberdade de expressão, ao contrário o achincalharam nas redes sociais”, detalhou o vereador.

O requerimento aprovado pelo Legislativo Municipal traz o seguinte texto: “nos sensibilizamos profundamente com o estagiário que, por exercer o seu direito constitucional de liberdade de expressão nas redes sociais, foi demitido em virtude da pressão exercida por movimentos feministas, que não representam a maioria das mulheres desse país. Não é só isso, o politicamente correto tem moldado as relações e interferido nas liberdades individuais”.

É um fenômeno social visto na extrema-esquerda o desejo por destruir as carreiras profissionais de discordantes, geralmente a troco de nada. Na semana passada, a médica Gabriela Munhoz foi demitida pelo Hospital Sírio Libanez após ter sido acusada de vazar exames de Marisa Letícia. Não existem provas deste vazamento, mas, independentemente disso, a carreira da médica está destruída, pela exposição. Por isso que atitudes como a do vereador Filipe Barros são importantes, já que o nível de sadismo da extrema-esquerda – que assume como projeto de vida destruir a vida profissional de discordantes – está ultrapassando qualquer cota de controle.

Para se ter uma ideia do horror moral, a vereadora Daniele Ziober (PPS), que não assinou a moção, chegou a apoiar a crueldade praticada contra Gabriel: “Como mulher e vereadora sou contrária a atitude do estudante e a moção de apoio”.

Logo após a votação, vereador Filipe Barros publicou a moção de apoio em seu perfil em uma rede social (Foto: Reprodução Facebook)
Veja a íntegra do requerimento de moção de apoio:
“Requer o envio de moção de apoio ao destinatário tendo em vista que recentemente chegou ao nosso conhecimento uma situação que tem se repetido frequentemente. Me refiro a Gabriel Vaz, estagiário de uma construtora e que hoje não faz mais parte daquela empresa. Nos sensibilizamos profundamente com o estagiário que, por exercer o seu direito constitucional de liberdade de expressão nas redes sociais, foi demitido em virtude da pressão exercida por movimentos feministas, que não representam a maioria das mulheres desse país. Não é só isso, o politicamente correto tem moldado as relações e interferido nas liberdades individuais. Sequer o humor tem sido tolerado. Desejamos, portanto, todo sucesso, virtude e convicção interior a Gabriel Vaz. Colocamo-nos à disposição e oferecemos nosso apoio ao Gabriel e a todos quantos têm, em nome da tolerância seletiva e de uma pretensa igualdade, a sua liberdade individual censurada e condenada. Justificativa: Para não perder a oportunidade, haja vista o fato ter ocorrido no dia 8/2/17.

 

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2 comentários sobre “Vereador do MBL organiza moção de apoio a jovem demitido após perseguição de feministas

  1. É preciso reaprender, nestes últimos 13 anos, aprendemos errado…
    Concomitantemente, as mulheres feministas cresceram em um universo limitado de exclarecimentos e aberturas…
    Elas também não têm culpas mas, é preciso reaprender…
    Que Gabriéis de todo Brasil, sejam mais compreendidos e aceita sua liberdade de expressão…

  2. E a mídia tradicional acusa Gabriel Vaz (e não o movimento feminista) de “extremista”,é mole?
    A mídia tradicional pode tentar transformar o estagiário num “vilão” e as feministas em “heroínas”,mas,na verdade,quem deu lição de moral foi o estagiário.
    As feministas dizem lutar por igualdade,dizem que é justo a mulher se aposentar mais cedo porque ela tem que conciliar emprego e atividades domésticas. Mas as feministas não levam em conta que os homens,em média,fazem os trabalhos mais pesados,sujos e perigosos da sociedade. E que são também os homens a grande maioria das vítimas de acidentes e mortes no trabalho. Pode até haver algumas mulheres pedreiras,bombeiras ou lixeiras,mas mulheres são uma ínfima minoria nesses trabalhos,a maioria dos trabalhos femininos é leve e não oferece perigo a elas.
    O que o rapaz quis dizer é que a vida do homem não é um mar de privilégios,e as feministas só reclamam de haver mais homens na política e em cargos de chefia,elas nunca reclamam do insignificante número de mulheres trabalhando em serviços pesados,sujos e perigosos. É só isso.

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