Um mês após rebelião em Alcaçuz, governo não sabe quantos fugiram. Desorganização é total.

Um mês após a rebelião de Alcaçuz, a maior já registrada no sistema penitenciario do Rio Grande do Norte, o governo não sabe ao certo quantos presos fugiram ou morreram.

Cerca de mil detentos continuam soltos nos pavilhões destruídos da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Natal e outros quatrocentos dividem celas na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, vizinha à Alcaçuz, de onde os criminosos fugiram para atacar os pavilhões ao lado.

Os dados oficiais informados pela Secretaria de Estado da Justiça dizem que 26 homens morreram e 56 fugiram, mas os números podem ser maiores, pois ao menos 20 detentos sumiram das duas penitenciárias e o governo do Estado não sabe se eles estão mortos, foragidos ou se saíram das cadeias por força de alvará de soltura.

Desorganização é total.

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