Ditadura venezuela prende jornalistas brasileiros que investigavam Odebrecht e é forçada a liberá-los

Depois de passar por momentos difíceis na ditadura venezuelana, os jornalistas Leandro Stoliar e Gilson Souza, da Rede Record, que trabalhavam em uma investigação de denúncias de suborno por parte da construtora Odebrecht na Venezuela, foram libertados no início da madrugada deste domingo (12/02). Eles foram detidos, no sábado, pelo Serviço de Inteligência venezuelano no Estado de Zulia, no norte do país.

De acordo com declaração da ONG Transparência Venezuela publicada no UOL , “A comissão do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) os deteve e os acompanhou até sua sede em Maracaibo para ter uma entrevista. Ao chegar, tiraram seus telefones celulares. A Transparência Venezuela exige sua libertação”.

Em nota de repúdio, a Abratel (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) afirma que todo o material jornalístico produzido pela equipe de reportagem da Record foi apreendido. Confirmando o que todos sabemos mas a grande mídia ainda insiste em ignorar, a mesma entidade classificou a ação do governo venezuelano como atitude típica de “regimes ditatoriais que não aceitam o livre exercício da imprensa e temem a verdade.”

Segundo a assessoria da Record, os jornalistas “foram perseguidos e detidos, sem explicação”.

 

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