Feminista do PSOL pira na batatinha ao defender pichadores

Feminista do PSOL e vereadora paulistana, Sâmia Bonfim debateu, nesta sexta (10), com o também vereador Fernando Holiday, do DEM, em programa matutino da rádio CBN sobre o combate a pichação proposto pelo prefeito João Doria (PSDB). Em sua participação, Sâmia repetiu bordões ou cunhou teses confusas a respeito do tema e soltou diversas pérolas ao tentar defender o pretenso direito de infratores, como é habito em seu partido.

Falando sobre o que chamou de “lógica da pichação”, Sâmia afirmou que o picho é “um dos elementos da falta de saúde social na cidade de São Paulo (sic)”; cidade que, de acordo com ela, seria “uma cidade muito opressora”. Em seguida, a vereadora atribui o crime da pichação a possível ausência de espaços de cultura e expressão para a juventude e diz que o picho é uma “consequência” assim como outros “elementos”, em uma digressão muito pouco inteligível.

Na conclusão, a vereadora pareceu ser contra qualquer tipo de punição aos pichadores, afirmando que isso não resolveria o problema, atribuindo ao prefeito Doria a proliferação de pichadores no município.

Em contraponto, o vereador Fernando Holiday, condenou a fala da vereadora, deixando claro que taxar a juventude como potenciais criminosos não é o correto, de acordo com sua própria experiência como negro criado em periferia. Sâmia não respondeu se conhece ou viveu a realidade das periferias. Veja vídeo editado pela página do vereador:

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14 comentários sobre “Feminista do PSOL pira na batatinha ao defender pichadores

  1. Tenho compaixão dessa falta de conhecimento e principio de honestidade desse povo comunista. Pichação é problema social?????? Problema social é ouvir as suas mazelas e não poder te mandar calar a boca. Vai morar em CUBA. lá você se daria bem.

  2. Pichações são um atentado violento ao bom gosto. Pichadores são vagabundos ordinários safados sem talento para nada exceto para emporcalhar as paredes e muros alheios.

  3. pichação é depredação do patrimônio público e privado. Grafite com autorização é sim arte de bom gosto e embeleza a cidade. Pichação não é arte nuca foi e nunca será. Agora os retardados picham até em cima de grafites lindos tinham é que apagar com a língua. Agora essa turma do PSOL devem ter alguns problemas mentais pois falam asneiras demais.

  4. O engraçado é q a cura desta tal “falta de saúde social” poderia ser curada em casa, mas não! Eles preferem se curar na casa, os muros, nos monumentos dos outros!!!

  5. É ao vermos analogias tao fracas q noa deixam desanimados. Confesso q nao entendo uma pessoa q recebe salario com dinheiro publico (vereadores) serem tão fracos intelectualmente. Essa mocinha devia dizer ” pichar é uma arte e m8nha casa esta liberada para eles picharem.” E deixar rolar. Depois verificar qual o sabor q tem ter algo q vc fez ser danificado com algo tao inespressivo qto a pichaçao. Ela deveria estar defendendo locais para a cultura. E nao vandalos. Se sao artistas porque fazem escondidos?

  6. O problema cotidiano não é somente o que foi abordado acima, mas o ponto fulcral seria o papel e o Zeitgeist da arte na sociedade contemporânea:

    E tal ponto não é a nudez em si.
    Gosta-se de arte cujo tema é nudez.
    Seres-humanos apreciam milenarmente arte de nudez clássica.
    Seja foto,
    Pintura de Renoir,
    Filme,
    Desenho,
    HQ de Milo Manara,
    Arte grega,
    Pintura clássica do Renascimento,
    Performance,
    Capela Sistina,
    Peça de teatro,
    A esquerdalha — Kitsch, baranga, petista, psolista, cafona, de mau gosto, bregona, e jornalistas-supostos-moderninhos [ao estilo do uspiano Eugênio Bucci] querem desviar do assunto e dizer, afirmar que se está contra a nudez: Não. Isso é para nos tachar e, também, intimidar. O corpo nu é belo, sintetizemos, como pôr-do-sol.
    1.
    O problema é a picaretagem. O engana-trouxa. O lixo de certa suposta pseudoarte contemporânea, quando é de real mau gosto. Pornografia em vez de arte: 2 conceitos diferentes.
    Consumo passivo de lixo. E é disso que se trata quem se posicionou contra aqueles 2 lixaços: parte da exposição de Porto Alegre [mistura-se arte autêntica com o vigarismo propositalmente, pra confundir e ludibriar via linguagem e narrativa posteriormente] & em bloco a do MAM.
    2.
    A outra questão é usar nosso imposto pra financiar picaretagem, embuste, vigarice mesmo com a normativa do MAM (mesmo sendo espaço de autoridade artística e acadêmica).
    Bom, é como pichação: nunca será arte.(…)

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