Narrativa criada por Lula não funciona e Moro mantém Cunha na prisão

Eduardo Cunha até que tentou usar a narrativa inventada por Lula – a de que investigação da Lava Jato “causa aneurisma”, ou ao menos o amplia, e por isso Marisa teria falecido – mas não colou.

O juiz federal Sérgio Moro, dos processos da Operação Lava Jato, em Curitiba, negou nesta sexta-feira, 10, pedido de liberdade feito pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB). A informação é do Estadão.

“Não há causa para a revogação da preventiva do acusado Eduardo Cosentino da Cunha e que deve ser mantida, pelo menos, até julgamento da ação penal, o que deve ocorrer em breve, já que caminha-se para alegações finais. No caso de eventual condenação, analisarei novamente”, decidiu Moro.

O ex-deputado está preso desde outubro de 2016, preventivamente, em Curitiba. O peemedebista é acusado de ter recebido R$ 5 milhões em propinas em um negócios de compra de campos de exploração de petróleo, em Benin, na África, via Diretoria de Internacional – área que era cota do PMDB na Petrobrás.

 

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