Marchezan apavora esquerdistas gaúchos ao propor desestatização do Mercado Público

O Mercado Público de Porto Alegre tem enfrentado os clássicos problemas de todas as instituições administradas pelo governo: manutenções atrasadas, instalações precárias e má gestão. Parte disso é também causado por conta da falta de verbas, e por isso, segundo o atual prefeito, o local deve ter um gestor profissional vindo de um novo modelo de concessão.

O prefeito Nelson Marchezan disse, na manhã ontem (7), que o local tem de ser tratado como um centro comercial e ser qualificado para atrair mais público.

“Vamos trazer uma forma privada de gerir, porque o Mercado Público não é dos comerciantes que estão lá, é do cidadão. O mercado não pode estar à disposição de um grupo específico, muito menos da prefeitura, que é incompetente para geri-lo. Quando os comerciantes o administravam, a limpeza era melhor e mais barata, mas a prefeitura brigou, assumiu o comando e ficou mais caro e pior. Hoje, a opção que temos está na iniciativa privada, gestores de centros comerciais, pedir que administrem e que tenham lucro, sim”, disse o prefeito no evento PG Pergunta, promovido pelo jornal Zero Hora.

Ainda não há previsão sobre como ou quando acontecerá, mas Marchezan frisou que a prefeitura dependerá cada vez mais de parcerias para resolver problemas da cidade diante da crise financeira. Em reportagem publicada nesta terça-feira, o jornal Zero Hora mostrou que os próprios comerciantes devem pedir a gestão do local. Hoje, o pagamento de condomínio e permissão de uso dos 97 permissionários gera cerca de R$ 320 mil mensais, que vão para um fundo gerido pelo município.

Tal situação tem deixado os esquerdistas porto-alegrenses em estado de nervos a flor da pele.

Advertisements
Anúncios

Um comentário sobre “Marchezan apavora esquerdistas gaúchos ao propor desestatização do Mercado Público

Deixe uma resposta