Associação médica recomenda que parem de chamar grávidas de “mães”: seria ofensivo aos transsexuais

A esquerda não encontra limites para impor sua vontade de forma tendenciosa e fascista. A Associação Médica Britânica recomenda que, nos hospitais, seja estimulado o uso de “linguagem inclusiva”. Como? Evitando utilizar termos como “mãe expectante” ou “mãe” para se referir a uma grávida. Segundo o seu novo guia de comunicação, o correto seria “pessoa grávida”, com objetivo de respeitar transsexuais.

 No mesmo documento, segundo artigo do ILISP, é possível ler também: “A ampla maioria das pessoas que ficam grávidas ou deram à luz se identificam como mulheres. Mas devemos incluir transsexuais que podem ter uma gravidez usando o termo ‘pessoas grávidas’ ao invés de ‘mãe expectante’”.

Entre outras recomendações de extrema-esquerda, o guia sugere evitar o uso dos termos “nascido homem” e “nascido mulher”. A explicação é a de que esses termos “são redutivos e simplificam algo complexo”. Ainda no mesmo guia, “a escolha dos termos apropriados é uma importante contribuição para celebrar a diversidade”.

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