“PCC passa em fronteiras nacionais quando quer e como quer”, diz Carlos Andreazza

O jornalista Carlos Andreazza fez uma análise sobre a situação de insegurança das fronteiras brasileiras, e abaixo vamos mostrar alguns trechos de seus comentários:

São pouco menos de 17 mil km de fronteiras terrestres, dos quais apenas 4% estão cobertos com controle de monitoramento “razoável”. Sou generoso quando falo “razoável”. É espantoso que a melhor qualidade, com radares, sensores e satélites, esteja concentrada no Mato Grosso do Sul, ou seja, na fronteira com o Paraguai. É justamente por lá que os maiores volumes de drogas e armamentos entram no País. Esse caminho tem nome: Rota Caipira.

O trecho é controlado pelo PCC, que já está instalado no Paraguai e abastece com liberdade todo o centro-sul brasileiro.

De fato, a situação das fronteiras brasileiras é lamentável. A fiscalização é ridiculamente baixa e permite que tudo passe sem grandes dificuldades. Andreazza arremata:

Vou repetir em uma frase: a cocaína que abastece São Paulo, para ficar apenas em um Estado, entra no Brasil por aquela que simplesmente é, segundo o ministéiro da Defesa, a unidade de Federação mais protegida: Mato Grosso do Sul.

Abaixo, o vídeo:

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