Ives Gandra Filho transforma Folha em pó ao desmascarar “fake news” publicada pelo jornal

Depois das mentiras vergonhosas da Folha, que tentou assassinar sua reputação inventando citações que ele jamais proferiu, Ives Gandra Junior soltou uma nota à imprensa.

Diante de notícias veiculadas pela imprensa, descontextualizando quatro parágrafos de obra jurídica de minha lavra, venho esclarecer não ter postura nem homofóbica, nem machista. Deixo claro no artigo citado, de 70 páginas, sobre direitos fundamentais, que as pessoas homossexuais devem ser respeitadas em sua orientação e ter seus direitos garantidos, ainda que não sob a modalidade de matrimônio para sua união. Por outro lado, ao tratar das relações familiares, faço referência apenas, de passagem, ao princípio da autoridade como incito a qualquer comunidade humana, com os filhos obedecendo aos pais e a mulher ao marido no âmbito familiar, calcado em obra da filósofa judia-cristã Edith Stein, morta em campos de concentração nazista […]

O compartilhamento da autoridade sempre me pareceu evidente, tendo sido essa a que meus pais casados há 58 anos viveram e a qual são seus filhos muito gratos. Por outro lado, cabe lembrar que fui relator no Plenário do TST do processo que garantiu às mulheres o direito ao intervalo de 15 minutos antes de qualquer sobrejornada de trabalho, decisão referendada pela Suprema Corte. As demais posturas que adoto em defesa da vida e da família são comuns a católicos e evangélicos, não podendo ser desconsideradas ‘a priori’ numa sociedade democrática.

Enfim, Gandra demoliu mais uma “fake news”.

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22 comentários sobre “Ives Gandra Filho transforma Folha em pó ao desmascarar “fake news” publicada pelo jornal

  1. Gandra Filho escreveu exatamente, letra por letra, o que o acusam de ter escrito. Compara união homoafetiva à união de uma mulher a um cachorro ou de um homem a um cavalo; diz que o divórcio corrompe a instituição matrimônio e afirma, ainda que com amparo em obra alheia, que a mulher deve obediência ao marido – nada “de passagem”. “Fake news” é esse desmentido meia boca, que não respeita nem a ortografia de “ínsito”.

    1. “Ínsito” é uma palavra completamente diferente de “incito”. Ambas existem, e a segunda vem do verbo “incitar” (cujos sinônimos são incentivar, impelir, encorajar), sentido que o autor quis empregar no texto. Não caberia, nem de longe, usar “ínsito”, até porque seria colocar um substantivo no lugar de um verbo.

      Da próxima vez, critica direito. E para de querer pagar de bonzão. Sugestão: volte ao texto e leia mais umas duas vezes, talvez você entenda.

  2. Lamentavelmente existem veículos de informações tendenciosas.
    Com o intuito de desmerecerem pessoas pobras e competentes……
    TRUMP armou verdadeira guerra contra os maus jornalistas……….
    Oxalá aconteça no Brasil também…Povo sente-se revoltadíssimo..

  3. No livro ele fala exatamente isto: Na união homossexual, como os parceiros possuem compleição física e psicológica semelhantes, fica de antemão vedada a possibilidade de que haja a mencionada complementaridade dos contrários. Por simples impossibilidade natural, ante a ausência de bipolaridade sexual (feminino e masculino), não há que se falar, pois, em matrimônio entre dois homens ou duas mulheres, como não se pode falar em casamento de uma mulher com seu cachorro ou de um homem com seu cavalo (pode ser qualquer tipo de sociedade ou união, menos matrimonial).
    Desculpe, mas a Folha não inventou.

  4. Como tem gente imbecil no mundo. Em nenhum momento ele desmentiu as declarações da Folha. Tudo que está publicado ele faz parte do livro “Tratado de Direito Constitucional” (2012), coletânea organizada pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes, por Ives Gandra pai e pelo advogado Carlos Valder. O problema do Brasil é esse : O Pessoal prefere acreditar num blog do que num Jornal. A troco de que a Folha colocaria o texto se não pudesse comprovar a origem.

  5. O problema todo consiste na qualidade do leitor e na sua capacidade de compreensão e contextualização do que lê. De resto, interpretações do tipo “escreveu exatamente isso” , revelam a estreiteza intelectual do indivíduo na compreensão do sentido amplo ou filosófico. Não há o que fazer, apenas ter paciência e torcer pela melhoria das escolas…

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