Integrantes de conselho prisional dominado por petistas pedem renúncia coletiva contra Moraes. Que alívio…

Conforme o Antagonista, 7 membros do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária pediram pra sair. Ele eles está o presidente do Conselho. O órgão pertence ao Ministério da Justiça e responde pela definição dos rumos da política penitenciária no Brasil. A pergunta é: com o caos que criaram, que resposta eles deram ao longo dos anos?

A tropa que saiu era essencialmente petista, tendo entrado no governo Dilma. Eles se enfureceram após o ministro Alexandre de Moraes divulgar, na última quinta (19), uma portaria alterando o número de integrantes do conselho, até para reduzir o aparelhamento. A resolução aumentou em oito o número de vagas de suplência. Até então o conselho tinha 18 integrantes, 13 deles durante a gestão Dilma. Apenas cinco tinham sido nomeados por Temer.

Os conselheiros que saíram eram contra o Plano Nacional de Segurança e, por serem de extrema-esquerda, defendem frouxidão diante dos criminosos. Por isso, estão se organizando para aprovar uma moção de repúdio quanto ao uso de dinheiro do fundo penitenciário na política de segurança. Eles também se irritaram com a afirmação de Moraes quando este disse que “precisamos de mais armas e menos pesquisas”. A razão é que o uso de “pesquisas estranhas” e que não levam a lugar algum sempre é um pretexto para não tomar medidas efetivas.

“Essa paradigmática frase não pode ser aplicada a lugar algum que envolva instâncias e políticas públicas e que se voltem, com ponderação, a resolver os complexos problemas de um País cujo traço secular é a desigualdade e a marginalização de parcela de sua população”, afirma o documento, que mais parece propaganda de doutrinação marxista do que uma análise sobre o sistema prisional. Alexandre de Moraes deve estar aliviado com a saída da tropa.

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