Ex-tesoureiro do PT quer primeiro a liberdade para só depois pagar fiança

O ex-tesoureiro do PT ainda não saiu da cadeia, mesmo tendo sua prisão preventiva revogada, sob fiança, há pouco mais de um mês pelo juiz Sérgio Moro.

A defesa está dizendo que não consegue levantar o dinheiro para pagar a fiança de R$ 200 mil estipulada pela juíza federal Gabriela Hardt, substituta de Moro durante as férias do magistrado.

Em 16 de dezembro, Moro impôs R$ 1 milhão de fiança. Mas Gabriela, talvez com pena, reduziu o valor em 12 de janeiro.

A defesa de Paulo Ferreira quer que o petista fique em liberdade “com o encargo de, em quinze dias, providenciar o depósito do valor da carta de crédito, e, em trinta dias, complementar o depósito do valor remanescente até atingir R$ 200 mil”.

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