Até em ato pela memória de um homem cruelmente morto, extrema-esquerda causa tumulto

O que poderia ser um evento pela paz, acabou em confusão e quebra-quebra. O ato era em memória do ambulante Luiz Carlos Ruas, brutalmente assassinado, acabou em tumulto, algo que não era de todo imprevisível. O estardalhaço foi organizado por essa força genérica, tantas vezes mencionada na imprensa: os tais movimentos sociais, e contou com a presença do vereador petista Eduardo Suplicy e da Pastoral Povo da Rua.

Grades de proteção da Estação do Metrô Pedro 2º, foram derrubadas e a segurança teve que intervir. O motivo da confusão foi a tentativa de um “catracaço”, realizado contraditoriamente em nome da indignação pela intolerância que gerou a morte de Ruas. Em suma, esquerdistas tentaram depredar e entrar de graça e tiveram de ser impedidos.

E como é do conhecimento do reino mineral a desculpa para a desastrada manifestação da extrema-esquerda será algo como “haviam bandidos infiltrados”, numa neurótica negação ao fato de que esse tipo de ação deturpada é parte de como eles sempre operam.

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