Contradição: “especialistas” agora reclamam do uso de Forças Armadas em presídios

Desde que o ano começou, o assunto mais falado tem sido a crise penitenciária. A guerra de facções envolvendo PCC, FDN, Comando Vermelho e o Sindicado do Crime foi o estopim para que todos prestassem atenção ao falido sistema carcerário brasileiro.

Naturalmente, parte dessa atenção foi dada pela mídia esquerdista, cujo único objetivo é atrelar a responsabilidade por este problema crônico ao atual governo de Michel Temer. Dito isso, desde que o presidente resolveu tomar uma providência, essa mesma parte da imprensa ficou completamente sem chão. “Como assim, ele está tentando resolver a crise?”, perguntam-se…

Essa semana o Governo Federal autorizou as Forças Armadas, que são mais capacitadas do que a polícia, para atuar nas penitenciárias conforme a solicitação dos governos estaduais. A ideia, no entanto, é bem simples. O exército não vai entrar em confronto com os presos, ele só vai fiscalizar as celas e os complexos penitenciários a fim de localizar as falhas e desarmar as facções.

Nos presídios brasileiros, criminosos mandam e desmandam, mas isso só é possível graças ao fato de que eles conseguem entrar lá com celulares e armas, o que os possibilita a montar rebeliões e manter contato com o mundo externo do crime organizado. A atuação do exército visa minar isso, mas aparentemente a extrema-esquerda não curtiu a ideia, pois logo que Temer anunciou a medida – a única até hoje capaz de resolver a crise – esta turma passou a atacar a ideia, e aí surgiram muitos “especialistas”, destes que até hoje estavam escondidos por aí sem apresentar solução alguma, para criticar a decisão do governo.

Há muitas contradições por aí.

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