Juiz de extrema-esquerda, Valois inova e diz que massacres nas prisões refletem “momento de ódio” do país

O juiz Luís Carlos Valois, um dos negociadores da rebelião ocorrida no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, emitiu uma típica narrativa pró-PT para simular uma “explicação” sobre o caos nos presídios.

A narrativa é baseada no jogo de manipulação da culpa para fingir que “há muito ódio” no fato de grande parte da população passar a rejeitar partidos totalitários como o PT. Nesta narrativa, os problemas do cotidiano são tratados como se fossem resultado “do clima de ódio”, que, no fundo, é qualquer opinião que discorde do establishment socialista.

Valois – que é suspeito de ligação com a facção Família do Norte, responsável pelo maior dos massacres nas prisões e chega a contribuir para o PCO, Partido da Causa Operária, do lado mais extremo da extrema-esquerda – disse: “Uma das causa dessa rebelião é esse momento que a gente tá vivendo aí. Um momento de ódio”.

Detalhe: esta narrativa foi emitida em entrevista à Mídia Ninja, que confessadamente recebe verba do metacapitalista George Soros, que ganha dinheiro especulando e destruindo nações.

Valois chegou ao cúmulo de dizer que o protesto da população – pedindo “bandido bom é bandido morto” – influencia os presos. Mas ele não apresentou evidência estatística de que a rejeição do povo ao crime aumenta a vontade do criminoso em matar bandidos rivais. É só uma narrativa, ao que parece.

Leia o que ele escreveu: “Porque para o preso, todo bandido ruim é o outro, é o estuprador, não ele, que só furtou, é o X9, que dedura para a polícia”, explica. “Todo mundo pode ser bandido, o político, o taxista. Para o preso, é o estuprador, e não ele, que só furtou, é o X9, que dedura para a polícia”.

Outra narrativa pós-modernista – de equivalência moral – foi emitida por Valois na tentativa de nublar a percepção do público: “Bandido é uma palavra que existe só em português, não tem nem tradução no inglês, não tem bandido nas outras línguas. Por que não criminoso, acusado, condenado? Qualquer um pode ser bandido, todos nós somos bandidos. Pode ser o político, o taxista. É o conceito que se encaixa onde eu quero dependendo do meu preconceito”.

Valois é um gênio do humor involuntário. Pode ser interessante compilar todas suas narrativas para entender a que ponto chega a extrema-esquerda na inversão de valores ao tratar a questão do crime.

Anúncios

Um comentário sobre “Juiz de extrema-esquerda, Valois inova e diz que massacres nas prisões refletem “momento de ódio” do país

  1. O cara é um acadêmico estudioso e um profissional competente trabalhando , inclusive, pelo bem de voces. Dai vem essa materia RIDICULA tentar calunia-lo? DEEM UM TEMPO E VAO PROCURAR COISAS INTERESSANTES PARA POSTAR QUERIDOS! SENAO ELE CONTINUARA LA COMO DOUTOR EM DIREITO PELA USP E VCS AI NESSA MISERIA E SEM ACESSOS.

    Paz

Deixe uma resposta