Mulher destrói narrativa esquerdista que coloca todo pobre como bandido e viraliza na internet

Em seu facebook, Michele Prado deu um depoimento pessoal sobre sua difícil trajetória de vida e destruiu completamente a narrativa da esquerda, que associa pobreza com criminalidade. A informação é do Sul Connection.

Michele conta em deu depoimento sobre a sua infância difícil com sua mãe e irmã, o abandono pelo pai e a superação da pobreza, e recebeu uma onda de apoio gigante nas redes sociais.

“Cansei de ver minha mãe contando o pouco dinheiro e não dormir durante a noite preocupada com as contas. Uma dia contava as cédulas e no dia seguinte nenhuma delas valia mais nada, fora as vezes em que a moeda era substituída e brincávamos de ricos com as que já não eram mais tostão algum.”, conta Michele.

“Digo isto, que é particular e íntimo, porque NÃO ADMITO que um bando de vagabundos chamados de intelectuais, que fazem a imprensa e ocupam as cátedras hoje, digam que EU ou minha irmã, ou outros como nós, somos culpados pela barbárie que os SEUS DISCURSOS ajudaram a criar. E também pra deixar claro que POBREZA não é, nem nunca será, a CULPADA pela criminilidade. Nunca irei aceitar a esquizofrênia desses pensadores, até porque TENHO CERTEZA de que quem ama a MISÉRIA são justamente eles, pois só assim conseguem capitalizar em cima da desgraça alheia”, completou.

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Um comentário sobre “Mulher destrói narrativa esquerdista que coloca todo pobre como bandido e viraliza na internet

  1. Quem lê o texto acima resumido e objetivo, deve levar em conta que é esse tipo de professores descritos como “vagabundos chamados de intelectuais”, infestam nossas escolas com suas pregações inócuas, infundadas e irresponsáveis, que têm como único objetivo, influenciar nossos jovens e levá-los ao sacrifício pessoal em defesa do impraticável: não existe um único país no mundo comunista ou socialista, onde o bem estar médio dos cidadãos se encontram acima ou na média de países capitalistas, sito alguns exemplos, Venezuela, Coreia do Norte, Cuba, todos com índices de pobreza e falta de liberdade, que não encontra comparação em qualquer processo de análise. Pensemos Nisso!

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