Atletas, dirigentes e fãs de MMA respondem a discurso de esquerda de Meryl Streep

Ninguém mais aguenta os discursos de moralismo fajuto da esquerda. Mesmo quando eles vêm de artistas consagrados, são insuportáveis. As vezes, até decepcionantes. Foi o que aconteceu com a polêmica forçada de Meryl Streep. Centenas de fãs de MMA insultaram a atriz e o Globo de Ouro nas redes sociais na sequência. Segundo o G1, o brasileiro Demian Maia fez parte desse contingente que não conseguiu ficar calado perante o discurso de ódio contra a democracia da atriz, que criticou os eleitores de Trump. “Ela apenas se esqueceu que o MMA também foi levado aos EUA por imigrantes. Rorion Gracie, o cara que começou tudo, era imigrante também”, escreveu o peso-meio-médio no Twitter, em inglês. Luciana Andrade, octagon girl  também postou em inglês: “Por mais que eu admire o trabalho da Meryl e concorde com algumas porções do seu discurso, estou decepcionada com sua crítica do futebol americano e do MMA. Da perspectiva dos lutadores e estafe, há tanto esforço envolvido que você não pode simplesmente reduzir seu trabalho duro para defender uma ideia, por mais nobre que seja”.

Campbell McLaren, cofundador do UFC e CEO do Combate Americas, alfinetou: “Meryl Streep sabe que o Combate Americas MMA é hispânico, certo? #hollywoodéracista”. Scott Coker, CEO do Bellator, pegou carona na polêmica para promover seu evento de 21 de janeiro, em Los Angeles. Meryl Streep foi convidada por ele para assistir ao torneio, que terá Tito Ortiz x Chael Sonnen na luta principal.

É sempre assim: a esquerda defende suas bandeiras atacando a opinião da maioria e, muitas vezes, prejudicando quem ela diz defender.

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