Vereador Homero Marchese dá nos dedos do pensamento hegemônico em Maringá e exige responsabilidade fiscal

Em discurso na sessão extraordinária da Câmara Municipal de Maringá, o vereador Homero Marchese (PV) desafiou o pensamento dominante – que adora gastar sem limites e desrespeitar os pagadores de impostos. Seu discurso bate de frente com o pensamento esquerdista dominante.

Enquanto falava, Homero foi vaiado, mas mesmo assim ele não se intimidou ao questionar o auxílio-alimentação para os 12 mil servidores de Maringá. Falei com o coração sobre o que acredito e acho certo para a cidade.

Um de seus leitores escreveu: “Parabéns, Homero. Gastar com responsabilidade o dinheiro do contribuinte. Nem todos querem entender isto, pois estão mais preocupados com seus próprios ganhos imediatos. Quando chegar março e não houver dinheiro, ficarão calados e aceitarão? É hora de colocar para pensar no que terão que abrir mão. Isto é ser responsável. Dar a vantagem sim, mas que os riscos sejam assumidos e não sobre ainda mais para o contribuinte. Se todos combaterem a corrupção e denunciarem os furos, o dinheiro aparecerá para salários e benfeitorias.”

Outro disse: “Parabéns por tratar o tema com imparcialidade politica e com responsabilidade e comprometimento. Honrada em ter um representante preocupado com a real situação orçamentária e preocupado com o cumprimento da legislação. Sou servidora, aguardo o vale alimentação mas expresso minha preocupação com a manutenção dos nossos salários em dia.”

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4 comentários sobre “Vereador Homero Marchese dá nos dedos do pensamento hegemônico em Maringá e exige responsabilidade fiscal

  1. Eu fico pensando em algo que passa despercebido. Da economia, muito bem vinda, extraída do corte dos cargos comissionados, surgiu a discussão sobre como usá-la adequadamente. Vale refeição, reajuste em março, um pouco para cada opção? Pois bem, e se o grupo do Ricardo continuasse no governo (Deus nos livre), simplesmente não haveria essa discussão pelo fato evidentemente de que a festa dos cargos comissionados continuaria. Não haveria vale refeição e muito menos verba para o reajuste, não é? Parece-me que o grande problema seria se não tivéssemos essa importante economia para administrar, mas não vi ninguém comentando sobre isso. Até parece, por um momento, que este histórico corte de comissionados trouxe problema e não solução. Queria eu ter um “problema” assim…

  2. Parabéns ao vereador Homero Marchese por tomar essa atitude de reduzir o seu próprio salario ao patamar da maioria dos funcionários públicos de Maringá que não chega a Mil e Seiscentos Reais livre , e sem nenhuma regalia, e sim muito trabalho , se é para cortar na carne vamos fazer parte cortando na nossa também sei muito bem que as coisas não andam bem em nosso país mas não acredito que seja um vale de $R 200,00 reais que vá afundar a nossa Prefeitura, sim $R 200,00 porque $R 50,00 será descontado . Realmente até parece que se continua-se os cargos comissionados não haveria problemas para as finanças do município como relatou o Rogério em seu comentário a cima .

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