Elite jurídica de Porto Alegre em guerra contra a responsabilidade fiscal: juíza impede demissões em órgãos públicos

A juíza Valdete Souto Severo, da 18ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, proibiu demissões em cinco fundações, sob pena de multa diária de R$ 10.000 por dia de descumprimento em relação a cada empregado demitido.

Um projeto de lei que prevê o fim das atividades de oito fundações havia sido aprovado em 21 de dezembro, na Assembleia Legislativa em meio ao processo de votação de medidas de ajustes financeiros propostas pelo governo do Rio Grande do Sul.

A juíza, que seria adepta das ideias de extrema-esquerda, acolheu pedidos liminares do Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul (Semapi), e impediu as demissões de servidores da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Fundação Zoobotânica, Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e Metroplan.

Não é a toa que o Rio Grande do Sul passa por uma situação financeira complicada, com uma elite jurídica e sindicatos que pisam no povo. Atrapalhar as medidas de ajuste fiscal necessárias é agir contra o pagador de impostos.

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