Juiz do RS atende a sindicatos pró-PT e cancela extinção da Corag, prejudicando controle dos gastos públicos

É difícil de acreditar, mas aconteceu.

No último dia 21 de dezembro, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou a extinção da Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (Corag), uma estatal que não serve para praticamente nada, mas que gera elevados gastos para um estado em crise. No entanto, nesta quarta-feira (4), o juiz plantonista Maurício Schmidt Bastos, da 9º Vara do Trabalho de Porto Alegre, concedeu liminar determinando a suspensão imediata de demissões.

O juiz ainda determinou a suspensão da extinção da companhia e que os gestores da Corag ficam impedidos de esvaziar suas atividades até que o mérito da ação seja julgado. Bastos determinou, inclusive, que a Corag continue confeccionando o Diário Oficial do Estado, que teve a versão impressa também extinta – com exceção de uma tiragem mínima para registro oficial -, até o julgamento definitivo.

A ação do juiz é mais um daqueles exemplos em que o poder judiciário interfere nas decisões do legislativo e do executivo, ignorando a independência entre os poderes que é prevista em nossa Constituição. O problema é que o Rio Grande do Sul está em uma grave crise financeira, obviamente gerada pela gestão de Tarso Genro, do PT. Hoje, o mesmo PT luta com unhas e dentes contra os ajustes fiscais a fim de manter a fatia que recebem através dos sindicatos.

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4 comentários sobre “Juiz do RS atende a sindicatos pró-PT e cancela extinção da Corag, prejudicando controle dos gastos públicos

  1. Esse judiciário gaúcho é um entrave à recuperação das finanças, à criação de infraestrutura e tudo mais de bom que o Estado precisa fazer para o cidadão. Só vislumbra seu umbigo, com integrantes ganhando mais que uma centena trabalhadores juntos. Morando em palácios e ganhando auxilio moradia (auxílio creche também ???) e se recusam a colaborar com as intenções sadias para não abrir mão de nenhum benefício

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