Preso da Lava Jato alegou doença para se livrar da prisão. Teori não deixou. Ele segue preso

A defesa do engenheiro Luiz Manuel Amaral Messias, ex-dirigente da Eletronuclear, subsidiária de Eletrobras, pediu que a prisão fosse revogada ou convertida em domiciliar em razão de sua idade e supostos problemas de saúde. O pedido foi negado e o engenheiro segue preso.

Messias foi detido na Operação Pripyat, derivada da Lava Jato que apura fraudes na construção da usina nuclear Angra 3, em julho. Sua defesa alegou que ele não poderia ficar detido porque precisava de tratamento intensivo e de uma alimentação melhor, devido a sua idade e problemas de saúde.

O ministro Teori Zavascki, em sua decisão divulgada ontem, negou o habeas corpus, mas recomendou que fosse dada a devida atenção aos supostos problemas de saúde do engenheiro.

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